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v. 16 n. 1 (2020): Dossiê Geografias sensíveis: paisagens, territórios, fronteiras

Imagem da Capa e Miolo Concepção gráfica: Marco Pasqualini de Andrade a partir de obra de Georgia Kyriakakis . “Coordenadas”, 2011. Instalação com mesas de madeira, pó de metal carbonizado e cabo de aço, dimensões variáveis.

 

Dossiê Geografias sensíveis: paisagens, territórios, fronteiras

No campo das Artes Visuais, especificamente na arte contemporânea, as noções de ‘território’, ‘fronteira’ e ‘trânsito’ são evocadas frequentemente para tratar de posicionamentos críticos em relação às determinações espaciais entre público e privado, das relações de poder e exclusão em territórios urbanos; dos tratados políticos de fronteira, dos fluxos migratórios, dos exílios e outras situações geopolíticas. O dossiê “Geografias sensíveis: paisagens, territórios, fronteiras” convocou pesquisadores de Artes Visuais e áreas afins que encontram, em suas pesquisas, afinidades e inquietações sobre tais aspectos do mundo contemporâneo. O dossiê reune reflexões sobre a paisagem como uma construção do sujeito em trânsito; sobre o território como a soma de acontecimentos e sobre as fronteiras como fragmentos da realidade, ao mesmo tempo metafóricas e fictícias. Do ponto de vista dos processos criativos, a noção de fronteira pode ser pensada ainda como metodologia no trânsito constante entre linguagens e mídias, na porosidade das fronteiras das categorias artísticas, ou ainda, nas justaposições entre teoria e prática na reconstituição permanente do próprio território de arte.

 

Publicado: 2020-07-30

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