Revista Brasileira de Cartografia http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia <p>A Revista Brasileira de Cartografia (RBC) é um periódico "Open Access" publicado regularmente desde 1970, com abrangência nacional e internacional. A RBC tem como missão divulgar avanços nos campos da Cartografia &amp; SIG, Cadastro Territorial, Geodésia, Hidrografia, Fotogrametria e Sensoriamento Remoto.</p> pt-BR <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <ol type="a"> <li class="show">Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/deed.pt" target="_blank" rel="noopener">Licença Creative Commons Atribuição</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</li> <li class="show">Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li> <li class="show">Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_blank" rel="noopener"> "O Efeito do Acesso Aberto"</a>).</li> </ol> revbrcartografia@gmail.com (Prof. Dr. João Vitor Meza Bravo) revbrcartografia@gmail.com (Eng. Tulio Alves Santana) qua, 20 out 2021 14:32:17 -0300 OJS 3.1.2.0 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Identificação de Nível de Radiância Noturna Basal para a Estimativa de Tráfego Rodoviário a partir de Dados VIIRS/DNB http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/60897 <p>O recente surto de COVID-19 colocou em evidência a busca por métodos para o monitoramento do fluxo de pessoas entre assentamentos humanos, incluindo o fluxo via veículos automotores. Embora o sensoriamento remoto de luzes noturnas seja uma opção viável para estimar indicadores derivados do fluxo de veículos, variações nos níveis de radiância durante a noite não são estritamente associadas com o tráfego. Este trabalho apresenta a abordagem teórica proposta para o desenvolvimento de um algoritmo capaz de identificar amostras de controle espectralmente não-enviesadas para regiões de interesse (ROI), neste caso, trechos rodoviários. Primeiramente, um experimento é apresentado para expor evidências relativas à dependência dos níveis de radiância das composições mensais DNB (vcm) em relação ao background associado aos trechos rodoviários. Então, após a uma breve apresentação da cadeia lógica do algoritmo, a complexidade de execução do algoritmo foi empiricamente estimada. Os resultados mostram que o algoritmo tem uma complexidade estimada O(n), e que amostras de controles e regiões de interesse apresentam características fundamentais similares em alguns casos, indicando que a análise das composições mensais DNB sem a consideração de amostras de controle pode levar a resultados enviesados.</p> Gabriel da Rocha Bragion, Gabriel Crivellaro Gonçalves, Ana Paula Dal’Asta, Ana Carolina de Faria Santos, Lucas Maia de Oliveira, Antônio Miguel Vieira Monteiro, Silvana Amaral Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/60897 seg, 18 out 2021 00:00:00 -0300 Integração das Plataformas Open Data Cube e Brazil Data Cube para Classificação de Uso e Cobertura da Terra http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/60387 <p>O potencial para realizar análises espaço-temporais da superfície terrestre, fomentado por uma grande quantidade de dados abertos de Observação da Terra (EO) fornecidos por agências espaciais, traz novas perspectivas para a criação de aplicações inovadoras. No entanto, estes grandes conjuntos de dados trazem novos desafios em relação às capacidades de armazenamento e processamento analítico. A organização desses conjuntos como cubos de dados representa o estado da arte na disponibilização de dados prontos para análise e, consequentemente, para realização de extração de informação. Os cubos de dados de EO podem ser definidos como um conjunto de séries temporais de imagens alinhadas no tempo e espaço. Algumas tecnologias-chave foram desenvolvidas para aproveitar o poder dos cubos de dados. O framework Open Data Cube (ODC) e a plataforma Brazil Data Cube (BDC) fornecem recursos para acessar e analisar esses dados. Este trabalho introduz duas novas ferramentas para facilitar a criação de mapas uso e cobertura da terra (LULC), utilizando cubos de dados e técnicas de Aprendizado de Máquina (ML), criadas com base nas tecnologias ODC e BDC. A primeira ferramenta é um módulo que estende as capacidades do ODC para facilitar a utilização de algoritmos de ML com dados de EO. A segunda ferramenta realiza a integração do pacote R denominado Satellite Image Time Series (sits) com o ODC para possibilitar o uso dos dados gerenciados por este framework. Para demonstrar o potencial de processamento das ferramentas desenvolvidas duas aplicações foram geradas. A primeira trata da criação de uma máscara de água, enquanto a segunda da produção de um mapa de LULC.</p> Felipe Menino Carlos, Vitor Conrado Faria Gomes, Gilberto Ribeiro de Queiroz, Felipe Carvalho de Souza, Karine Reis Ferreira, Rafael Santos Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/60387 seg, 18 out 2021 00:00:00 -0300 Sistema para Detecção Automática de Pivôs usando Dados de Uso e Cobertura da terra http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/60553 <p>A gestão dos recursos hídricos é fundamental para sustentar à vida e as atividades econômicas. O aumento da mecanização na agricultura, principalmente por meio de sistemas de irrigação por pivô central, é um desafio, pois consome grande parte deles. O Brasil está entre os 10 maiores em termos de área irrigada (8,2 × 106 ha), tornando fundamental o monitoramento. Assim, apresentamos uma abordagem baseada em processamento digital de imagens e machine learning para identificação pivôs. A metodologia foca na transformada circular de Hough (CHT) e classificadores balanced random forest (BRF) usando índices de vegetação (NDVI/SAVI) gerados a partir de imagens Landsat 8 e dados de uso e cobertura da terra (LULC) fornecidos pelo projeto MapBiomas. Os círculos candidatos a pivôs identificados nas imagens são filtrados com base na resposta espectral da vegetação e nas características da forma dos objetos presentes nessas áreas. Nossa abordagem foi capaz de detectar 7358 pivôs, atingindo um recall de 83,86% para as 52 órbitas/pontos analisadas no Brasil quando comparada ao mapeamento realizado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Em algumas, o recall atingiu até 100%. O treinamento do BRF com atributos espectrais e geométricos permitiu à identificação de pivôs em áreas de cultivo devido à maior amplitude dos índices de vegetação em detrimento a áreas de vegetação nativa, e características das formas dos alvos delimitados pelo filtro passa-altas Sharr. A boa precisão alcançada mostra à robustez do método na detecção de pivôs em grande escala espacial e temporal.</p> Marcos Lima Rodrigues, Thales Sehn Körting, Gilberto Ribeiro de Queiroz Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/60553 seg, 18 out 2021 00:00:00 -0300 Rastreia Saúde: Um Sistema de Rastreamento Espaço-temporal de Doenças através de Dados Abertos Não Estruturados e SIG http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/59881 <p>O rastreamento automatizado de doenças tem se tornado uma ferramenta cada vez mais importante nos dias atuais. Esse artigo descreve o protótipo de um sistema de rastreamento de doenças para o território brasileiro, testado preliminarmente em nível estadual, no estado do Paraná e em nível municipal, na cidade de Curitiba. O objetivo do estudo é extrair e apresentar informações relevantes através de dados não estruturados, obtidos de portais de notícias. O sistema gera dados que permitem a análise em diferentes níveis de granularidade, desde municípios pequenos até a escala nacional. Os resultados do estudo demonstram a viabilidade do sistema e permitiram aos autores identificarem alguns padrões nos dados processados.</p> Luiz Henrique Anjos Cardim, Nádia Puchalski Kozievitch Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/59881 seg, 18 out 2021 00:00:00 -0300 Um Arcabouço de Meta-Aprendizado e Triangulação de Dados para Imputação de Valores Ausentes em Séries Temporais Climáticas http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/59795 <p>Aprendizado de máquina e métodos estatísticos podem ajudar a modelar fenômenos meteorológicos, principalmente num contexto com muitas variáveis. Porém, não raro, a medição destas variáveis pode sofrer falhas, gerando lacunas de dados e comprometendo a análise do histórico dos dados. Neste trabalho é proposto um arcabouço que combina as previsões fornecidas por três métodos de aprendizado de máquina: árvores de decisão, redes neurais artificiais e máquina de vetores suporte, juntamente com os valores calculados através de cinco métodos de triangulação: média aritmética, inverso da distância ponderada, inverso da distância ponderada otimizado e proporção normal otimizado. Cada algoritmo de aprendizado de máquina gera oito modelos de regressão. Um dos modelos de aprendizado de máquina gera previsões baseadas apenas na data e os sete modelos restantes geram previsões baseadas em um parâmetro climático (temperatura máxima, temperatura mínima, insolação, entre outros), além da respectiva data. Os métodos de triangulação usam dados climáticos de três cidades vizinhas para estimar o parâmetro da cidade-alvo. O conjunto de dados gerado é, posteriormente, otimizado por algoritmos de meta-aprendizado. Os resultados mostram que o acréscimo de informações fornecidas pelos novos modelos de aprendizado de máquina e os métodos de triangulação proporcionaram um aumento significativo na acurácia dos dados imputados. Além disso, a análise estatística e o coeficiente de determinação R² mostraram que o modelo de meta-aprendizado baseado em árvores de regressão combinou com sucesso os resultados do nível de base para gerar os resultados que melhor preenchem os valores faltantes das séries temporais estudadas neste artigo.</p> Vinícius Henrique Antunes Alves, Marconi Arruda Pereira Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/59795 seg, 18 out 2021 00:00:00 -0300 Os Hidrônimos Catuenses e suas Marcas no Território http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/53453 <p>Os topônimos designam acidentes naturais e culturais presentes no espaço geográfico. Os hidrônimos – topônimos relacionados à rede hidrográfica – podem carregar características relacionadas à origem da população e às diferentes fases da ocupação do território. A cartografia histórica é um meio de resgate da toponímia de uma região. Assim, este trabalho objetivou identificar, listar e classificar os hidrônimos do município de Catu-Bahia, Brasil, através de documentos da cartografia histórica, verificando quais foram as influências desses topônimos na ocupação do território catuense, contribuindo com a história local do município. Para isto, utilizaram-se três documentos cartográficos de períodos distintos: séculos XIX (1888), XX (1939) e XXI (2018). Destaca-se à preponderância das línguas indígena e portuguesa nos nomes dos elementos hidrográficos, sendo a classe dos Fitotopônimos, a mais presente entre estas denominações. Os mapas e planta analisados neste trabalho proporcionaram visualização da configuração espacial dos acidentes naturais e culturais do período em que foram cartografados. Nota-se que componentes da formação territorial, tais como cidade, vila, povoados e fazendas instalaram-se próximos aos elementos hidrográficos e, alguns, assumiram as nomenclaturas destes, dada a importância da hidrografia para a população.</p> Adriana Andrade Arnaut, Luciano Lourenço Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/53453 seg, 18 out 2021 00:00:00 -0300 A Cartografia de Síntese como Instrumento para a Avaliação do Potencial da Dinâmica Erosiva Linear em Domínio de Cuesta http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/58099 <p>A erosão do solo pela água é estimada em um custo anual de bilhões de dólares para o PIB global. Para estudar essa problemática, considera-se que avaliar a disposição espacial dos fenômenos erosivos, assim como a interação das variáveis que influenciam sua dinâmica, constitui-se em uma prerrogativa essencial. Neste sentido, o objetivo deste artigo é apresentar procedimentos metodológicos adotados para o desenvolvimento de cartas de síntese a fim de identificar o potencial dos terrenos ao avanço da erosão linear. As variáveis utilizadas para analisar o potencial erosivo foram a morfometria do relevo, as características físicas dos solos e o uso da terra. Foram utilizados princípios da álgebra de mapas, com destaque para a sobreposição ponderada das variáveis, partindo de influências diferentes para cada uma destas e de técnicas distintas para o estabelecimento de pesos para as classes de cada variável. Os documentos cartográficos criados foram avaliados a partir da comparação destes com dados experimentais de campo e de mapeamentos das feições lineares. Constatou-se que as melhores respostas ocorreram quando se considerou influência equânime para as variáveis físicas e de uso da terra, demonstrando que as feições erosivas são fruto da interação entre a ação humana e as características naturais do terreno. Foi possível também concluir que os procedimentos técnicos que permitem obter bons resultados para avaliar o potencial ao desenvolvimento de voçorocas, não respondem adequadamente para sulcos e ravinas, havendo necessidade de adaptações. Considera-se que as cartas elaboradas, assim como os procedimentos metodológicos desenvolvidos, possuem sustentação para a análise da dinâmica erosiva linear em setores de Cuesta, uma vez que foi possível obter produtos cartográficos que apresentaram boa correspondência espacial com as feições erosivas registradas no terreno.</p> Estêvão Botura Stefanuto, Cenira Maria Lupinacci Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/58099 seg, 18 out 2021 00:00:00 -0300 Avaliação das Representações Gráficas das Cartas Topográficas Brasileiras para Pessoas com Deficiência na Percepção de Cores http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/59603 <p>O daltonismo afeta um a cada doze homens e uma a cada duzentas mulheres no mundo. Como a cor é uma variável visual largamente utilizada na transmissão de informações nos mapas, é importante que o cartógrafo leve em consideração as limitações deste público, a fim de evitar ruídos na comunicação. A Lei n º 10.098, de 19 de dezembro de 2000 destaca a obrigatoriedade por parte do poder público em eliminar estas barreiras e buscar sempre a acessibilidade. Sendo assim, este trabalho teve como finalidade analisar a adequabilidade das cartas topográficas produzidas com simbologia conforme os padrões da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE) para usuários com deficiência na percepção de cores. A avaliação foi realizada em cartas topográficas nas escalas de 1:25.000 e 1:50.000, primeiramente com uso de simuladores de visão de cores e, posteriormente, por meio de questionário aplicado a indivíduos que possuem ou não está limitação. Os indivíduos foram classificados em grupos conforme a presença ou ausência da condição e de seu grau de familiaridade com os produtos cartográficos avaliados. As análises foram realizadas de forma comparativa entre os grupos de familiaridade equivalente e mostraram fortes indícios de que a deficiência na percepção de cores afetou negativamente a experiência dos usuários na leitura e interpretação dos produtos desenvolvidos a partir das normatizações da INDE.</p> Helder do Carmo Dias, Jackson Viana Amarante, Afonso de Paula dos Santos, Marconi Martins Cunha, Lígia da Silva Barbosa Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/59603 seg, 18 out 2021 00:00:00 -0300 Abordagem Estatística Aplicada à Investigação de Deformações Associadas ao Efeito de Carga Hidrológica na Amazônia Brasileira http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/60356 <p>Pontos da superfície terrestre estão sujeitos a deslocamentos causados por fenômenos geodinâmicos e de deformação, tais como: o movimento de placa, a atividade vulcânica, a carga hidrológica etc. Nesse sentido, as investigações do efeito da carga hidrológica têm se concentrado nas deformações associadas às componentes verticais. Entretanto, devido à viscoelasticidade da Terra, tais deformações também afetam as componentes horizontais (planimétricas). Assim sendo, objetiva-se com este trabalho investigar as deformações ocorridas em duas estações da RBMC (NAUS e AMBC) que margeiam o Rio Negro, na Amazônia brasileira, fundamentando-se em análises estatísticas de tendência e periodicidade (sazonalidade e ciclo) das séries temporais posicionais e de cotas linimétricas.<br>Observou-se que em ambas as estações as componentes Δn e Δe apresentaram tendência (deformação contínua) significativa, o que não ocorreu para a componente Δu. Taxas de deformação contínua de 0,01198 e -0,00347 m/ano e de 0,01084 e -0,00476 m/ano foram observadas para Δn e Δe das estações NAUS e AMBC, respectivamente. As deformações periódicas de Δn e Δu da NAUS apresentaram lag sazonal similar ao das cotas linimétricas (365,2 dias), o que não ocorreu para Δe (1217,2 dias). Os extremos de tais deformações ocorrem anteriormente aos picos das cheias em 100% dos anos para Δn e 90% para Δu e, posteriormente aos vales das secas, em 80% dos anos em Δn e Δu. Por fim, os extremos das deformações periódicas de Δn e Δu da AMBC ocorreram antes dos picos e vales em 100% dos anos. O contrário foi observado para Δe em 100% dos anos.</p> Lécio Alves Nascimento, William Rodrigo Dal Poz , Paulo César Emiliano, Krisley Xavier Soares de Freitas Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/60356 seg, 18 out 2021 00:00:00 -0300 Proposta de um Método Multicritério Para Implantação de Novas Unidades de Atenção Primária à Saúde – Estudo de Caso em São Carlos - SP http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/61718 <p>Atenção Primária à Saúde (APS) é compreendida como o primeiro contato do usuário com o sistema de saúde brasileiro. O planejamento das unidades de APS, geralmente, é feito com base em decisões políticas, que negligenciam aspectos técnicos relacionados ao tema. O objetivo geral deste estudo é apresentar um método multicritério para auxiliar no planejamento de implantação de novas unidades de APS, por meio de critérios técnicos e bem definidos. Este estudo também se propõe a aplicar método proposto na cidade de São Carlos - SP. A principal ferramenta deste trabalho foi o Sistema de Informação Geográfica (SIG), por meio do qual avaliou-se a qualidade de seis critérios, (1) área de serviço; (2) restrições espaciais; (3) risco de eventos naturais; (4) oferta de transporte público; (5) distribuição populacional; e (6) renda média. Cada critério se baseou em uma série de indicadores com definições claras que permitiram a atribuição de valores conforme o tema do critério e culminou em um mapa temático. A combinação dos mapas temáticos de todos os critérios, por meio de uma Calculadora Raster, possibilitou a classificação geral da área de estudo, quanto a viabilidade para implantação de novas unidades de APS. O método proposto se mostrou como uma ferramenta técnica e objetiva, capaz de auxiliar no planejamento de novas unidades de APS. Isso é exemplificado no estudo de caso na cidade de São Carlos– SP.</p> Lucas Brandão Monteiro de Assis, Paulo César Lima Segantine Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/61718 seg, 18 out 2021 00:00:00 -0300 Análise Semiótica das Representações Didáticas das Placas Tectônicas no Ensino de Geografia http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/57037 <p>Esse artigo tem como proposta realizar uma discussão que contribua para o ensino de Geografia e áreas afins que se valem dos conteúdos referentes aos das Placas Tectônicas. Visa-se como este demostrar como se manifestam os diferentes signos que representam um mesmo tipo de fenômeno situado no espaço geográfico, uma vez que cada signo, que denota a dinâmica das Placas Tectônicas, possui como característica uma determinada potencialidade Semiótica a ser desenvolvida pelo sujeito. No que se refere a metodologia, esse estudo adotou uma abordagem qualitativa, cujo método se consolidou na pesquisa bibliográfica a partir de livros didáticos destinados aos alunos do 6º ano do Ensino Fundamental de Geografia – Anos finais. Para realização das análises, o presente artigo se valeu das considerações da teoria da Semiótica de Peirce e Análise de Conteúdo de Bardin. Sobre os resultados verificou-se que o entendimento das dinâmicas das Placas Tectônicas não se faz compatíveis com os processos envolvidos na dinâmica da semiose estabelecida pela teoria peirceana. Foi analisado que o conteúdo abordado se fundamentou principalmente em apresentar somente as particularidades geológicas do fenômeno das Placas Tectônicas e, que nesse sentido, propõe ao aluno ver o fenômeno de maneira isolada e, de modo consequente, distante porque o mesmo não faz parte do seu meio vivido.</p> Thays Furlan Zigante, Fernando Luiz de Paula Santil Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/57037 seg, 18 out 2021 00:00:00 -0300 Cadastro Marinho no Atlântico Sul: evolução, situação e perspectivas http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/56602 <p>O cadastro é a base do sistema de administração territorial de um país, contém o registro dos distintos interesses sobre o território nacional, descreve geometricamente os imóveis e interopera com outros registros. Normalmente cobre o território continental e se detém ao limite legal marítimo, não obstante, as empresas e os governos precisam de dados e/ou informação referidas aos direitos, restrições e responsabilidades também no ambiente marinho. Na América do Sul a administração destes interesses não foi ainda unificada ou padronizada, muito menos registrada em um sistema de informação geográfica de referência único oficial nacional. Neste contexto, o objetivo deste estudo é contribuir com a modelagem de um Cadastro Marinho (CM) e desenvolver um protótipo de Sistema de Informação Marinha - SIM para sua implementação, previamente à disponibilização de uma infraestrutura de dados espaciais marinha. O SIM foi desenvolvido sob uma estrutura que responde às necessidades de sistematizar informações para o CM ao vincular os dados temáticos a uma saída gráfica para visualizar dados abertos na Argentina, Brasil e Uruguai. Garante a interoperabilidade a partir do estabelecimento de padrões comuns e pode ser o responsável pelo cadastro e pelas atividades de monitoramento do ambiente marinho. Foi construído em JavaScript, com o auxílio de bibliotecas open source como a LeafletJS e suas extensões. Os resultados deste trabalho dão diretrizes para o estabelecimento do marco legal relevante associado a este empreendimento no que se refere ao delineamento da institucionalidade responsável pela estruturação de um CM sob padrões internacionais.</p> Luiz Fernando Palin Droubi, Ramiro Alberdi, Diego Alfonso Erba, Everton da Silva Copyright (c) 2021 https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/ http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/56602 seg, 18 out 2021 00:00:00 -0300