http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/issue/feed Revista Brasileira de Cartografia 2019-12-16T21:46:34-03:00 Prof. Dr. João Vitor Meza Bravo revbrcartografia@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista Brasileira de Cartografia (RBC) é um periódico "Open Access" publicado regularmente desde 1970, com abrangência nacional e internacional. A RBC tem como missão divulgar avanços nos campos da Cartografia &amp; SIG, Cadastro Territorial, Geodésia, Hidrografia, Fotogrametria e Sensoriamento Remoto.</p> http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/50086 Avaliação da Acurácia Posicional de Dados Gerados por Aeronave Remotamente Pilotada 2019-12-16T14:32:23-03:00 Dayanne Vieira Oliveira dayannevieira@ymail.com Jorge Luís Silva Brito jbrito@ufu.br <p>Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP) são equipamentos disponibilizados no mercado para obtenção de imagens aéreas de alta resolução. Diante do contexto de desenvolvimento dessa aeronave no meio civil, esta pesquisa teve como objetivo avaliar a acurácia posicional dos dados gerados a partir do uso da ARP PHANTOM 3 para fins de mapeamento topográfico e a possibilidade de utilização na cartografia cadastral. A metodologia compreendeu o planejamento de voo, seleção de 52 pontos de apoio coletados mediante levantamento pós-processado no modo estático através de receptores <em>GNSS </em>e nivelamento geométrico realizado com o Nível Digital DL-202 Ruide, criação de sinalizadores dos alvos e processamento fotogramétrico utilizando o <em>software Pix4Dmapper Pro - Trial</em>. A avaliação da acurácia foi realizada no ortomosaico e MDT obtidos Sem pontos de controle (PC), com PC Distribuídos e PC Agrupados para a escala 1:1.000 através da análise de tendência, usando estatística inferencial, e da análise de precisão, por meio do teste Qui-Quadrado e do Decreto-Lei 89.817/ET-CQDG. Para comparar as discrepâncias obtidas entre dados posicionais de teste e de referência nas diferentes distribuições dos PC, utiliza-se a&nbsp;Análise de Variância e teste Tukey. Os resultados da acurácia posicional planimétrica foram aprovados para as imagens PC Distribuídos e PC Agrupados. O teste Tukey também apontou que essas imagens, PC Distribuídos e PC Agrupados, não diferem estatisticamente entre si. Portanto, concluiu-se que o uso da ARP utilizando PC pode ser considerado para mapeamento topográfico urbano em grande escala, sendo capaz de obter produtos planimétricos aceitáveis para gerar cartografia cadastral.</p> 2019-12-13T17:22:34-03:00 Copyright (c) 2019 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/49488 Avaliação da Acurácia Posicional Tridimensional de Produtos Cartográficos Utilizando um Elipsoide de Incertezas 2019-12-16T21:10:24-03:00 Matheus Henrique Lisboa mhmlisboa@hotmail.com Afonso de Paula dos Santos afonso.santos@ufv.br Nilcilene das Graças Medeiros nilcilene.medeiros@ufv.br Marcus Vinicius Sanches Abreu marcos.abreu@ufv.br <p>No Brasil, a avaliação da acurácia posicional de produtos cartográficos segue as diretrizes do Decreto nº. 89.817/1984. Esse decreto divide a acurácia posicional em duas componentes: planimétrica e altimétrica. Produtos tridimensionais, como Modelos Digitais de Superfície/Elevação (MDS/MDE), acabam sendo avaliados em componentes separadamente, mas alguns autores, tais como Santos (2015) e Li et al. (2005) demonstraram que a forma mais eficiente de se avaliar esse tipo de produto é por meio da resultante entre as componentes planimétricas e altimétricas. Sendo assim, este trabalho propõe um método para a avaliação da acurácia tridimensional de produtos cartográficos, por meio das componentes tridimensionais de uma superfície geométrica, no caso em estudo, um elipsoide, cujas dimensões são dadas pelas tolerâncias descritas no Decreto nº. 89.817/1984. Posteriormente, o método proposto (chamado de EPSI) foi confrontado com a metodologia do Decreto nº. 89.817/1984, em conjunto com a ET-CQDG (DSG, 2016). Para verificar a eficiência do método, foram simuladas 15.000 discrepâncias e, em aproximadamente 83% dos casos, o método proposto foi mais restritivo se comparado à avaliação da planimetria, e, em 58% dos casos, quando comparado à análise da altimetria. No restante dos casos, o método se apresentou equivalente à análise separada da planimetria e altimetria, descrita pela ET-CQDG (DSG, 2016). Utilizando exemplos práticos, percebe-se que a metodologia tridimensional é mais restritiva que a usualmente aplicada.</p> 2019-12-13T17:25:14-03:00 Copyright (c) 2019 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/49323 Avaliação Qualitativa e Quantitativa da Ferramenta de Pré-seleção Sort para Dados Monofeixe e Multifeixe 2019-12-16T21:16:17-03:00 Felipe Catão Mesquita Santos felipe.mesquita@ufv.br Italo Oliveira Ferreira italo.ferreira@ufv.br Laura Coelho de Andrade laura.andrade@ufv.br Victória Gibrim Teixeira victoria.gibrim@ufv.br <p>Os Levantamentos Hidrográficos (LH) tratam do conjunto de atividades executadas com a finalidade de obtenção de dados do fundo e áreas adjacentes dos oceanos, lagos, rios, portos e outros corpos d’água. Os dados resultantes das sondagens são usados para a modelagem da superfície batimétrica, que por sua vez, permite uma melhor gestão dos recursos hídricos. O presente estudo avaliou a potencialidade da ferramenta <em>Sort</em> para a pré-seleção de dados monofeixe e multifeixe, variando raios de busca na seleção da menor profundidade. Posteriormente foram realizadas análises quantitativas utilizando diferentes <em>softwares</em> e qualitativas, através de modelos digitais, acerca do efeito causado com o crescimento do raio de busca adotado para a pré-seleção. Desta forma, evidenciou-se que o aumento do raio surte efeito tanto para os dados monofeixe, quanto para multifeixe, variando a área e o volume dos respectivos locais de maneira notória, demonstrando assim a importância de se verificar o tamanho do raio antes da realização da pré-seleção dos dados.</p> 2019-12-13T17:26:07-03:00 Copyright (c) 2019 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/49301 Proposta de um método de avaliação da acurácia posicional baseado na modificação do Buffer Simples 2019-12-16T14:32:20-03:00 Marconi Martins Cunha marconi.martins.cunha@gmail.com Guilherme Zavatti Secatto secatto.cartografia@gmail.com José Roberto Fernandes Galindo robertogalindo@gmail.com Afonso de Paula dos Santos afonso.santos@ufv.br <p>Classicamente, o controle da qualidade baseado na acurácia posicional de um documento cartográfico é realizado pela comparação estatística entre as coordenadas horizontais e/ou verticais de pontos bem identificáveis na carta, com as respectivas coordenadas de pontos homólogos obtidas em um produto mais confiável ou por método de levantamento em campo mais acurado que o da carta analisada. Uma alternativa a utilização de feições pontuais é usar feições lineares, tais como segmentos de reta ou curvas. Algumas vantagens dos métodos de feições lineares em comparação com o método tradicional por pontos encontram-se na grande quantidade e na boa distrição espacial que as feições lineares geralmente apresentam nas bases cartográficas, além de apresentar mais informações geométricas que os pontos. Este trabalho teve como finalidade propor uma metodologia baseada na modificação do método do <em>Buffer</em> Simples, para que seja possível obter valores de discrepâncias posicionais planimétricas, em unidades métricas, entre as linhas homólogas de teste e de referência. Utilizando como padrão o Decreto nº 89.817 e a ET-CQDG, os resultados obtidos com a metodologia proposta foram confrontados com os métodos do <em>Buffer</em> Simples, <em>Buffer</em> Duplo e Influência do Vértice. Na avaliação da acurácia posicional planimétrica de uma ortoimagem Ikonos utilizando a escala de 1:10.000, os resultados obtidos mostraram que o método do <em>Buffer</em> Simples Modificado foi o método mais restritivo e rigoroso, sendo vantajoso para obtenção de um valor de discrepância métrica, permitindo realizar a detecção de outliers e tendência a posteriori.</p> 2019-12-13T17:26:59-03:00 Copyright (c) 2019 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/49274 Análise da Influência do Valor de Densidade na Estimativa do Modelo Geoidal Local para o Distrito Federal, Brasil 2019-12-16T21:24:16-03:00 Giuliano Marotta marotta@unb.br Yellinson Almeida y.moura.almeida@gmail.com Maria Lígia Chuerubim marialigia@ufu.br <p>O modelo geoidal é parte fundamental na transformação entre as altitudes geométricas e ortométricas, e ganhou mais importância com a popularização de técnicas de posicionamento por GNSS. No entanto, para simplificar, verifica-se que um valor de densidade médio da crosta ainda vem sendo aplicado nos procedimentos de cálculo. Por este motivo, este trabalho buscou analisar a influência do valor de densidade adotado na estimativa de um modelo geoidal. Para isto foram estimados valores fixo e variáveis de densidade para a área de estudos, por meio de dados gravimétricos e de litologia. Estes valores foram utilizados no cálculo de variáveis associadas aos valores de densidade e foram comparados e analisados do ponto de vista estatístico. Como resultado, foi possível verificar pequenas diferenças ao utilizar diferentes valores de densidade. Foi, também, possível identificar diferenças significativas, estatisticamente, em alguns dos resultados alcançados. Por consequência, foi possível sugerir que o uso de valores de densidade variável pode proporcionar maior rigor ao desenvolvimento de modelos geoidais de maneira geral.</p> 2019-12-13T17:27:49-03:00 Copyright (c) 2019 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/48696 Um Um Modelo Matemático para Mosaicagem de Imagens Digitais Baseado em uma Abordagem Ponto-a-Reta 2019-12-16T21:28:25-03:00 Francisco Pedro Soares de Lima prodpap2019@gmail.com Daniel Rodrigues dos Santos danielsantos@ufpr.br <p>Neste trabalho é proposto um modelo matemático para mosaicagem de imagens digitais. A principal característica do modelo proposto é sua abordagem ponto-a-reta, que consiste em alinhar localmente pares de imagens digitais. Os principais pontos a serem discutidos neste trabalho são: 1) extração de segmentos de retas; 2) Estimativa dos parâmetros de transformação entre pares de imagens digitais; 3) Mosaicagem digital. Primeiramente, são definidas janelas de recorte para a imagem de referência e para a imagem de pesquisa. Em seguida, segmentos de retas são extraídas empregando uma ferramenta de detecção e extração de retas,&nbsp; implementada por Artero (1999). Para cada janela de recorte é obtido um agrupamento ordenado de segmentos de retas. As correspondências entre o agrupamento de segmentos de retas são manualmente estabelecidas. Uma transformação matemática que mapeia cada ponto médio da linha reta extraída na imagem de referência numa linha reta correspondente na imagem de pesquisa é proposto, para estimativa dos parâmetros de transformação. Finalmente, os valores dos parâmetros de transformação estimados são introduzidos em uma matriz de construção. O resultado obtido é um mosaico de imagens digitais derivadas de um RPA (<em>Remotely Piloted Aircraft</em>) com transformação geométrica coincidente entre feições registradas em diferentes imagens.</p> 2019-12-13T17:28:39-03:00 Copyright (c) 2019 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/48611 Estimativas das Distâncias para Disposição de Resíduos Sólidos Urbanos no Estado de São Paulo 2019-12-16T21:34:51-03:00 Laryssa Alvarenga de Morais laryssamorais14@gmail.com Victor Fernandez Nascimento victorfnascimento@gmail.com Laurindo Antonio Guasselli laurindo.guasselli@ufrgs.br Jean Pierre Baulbaud Ometto jean.ometto@inpe.br <p>Os resíduos sólidos urbanos (RSU) representam uma das grandes preocupações ambientais, sociais e econômicas contemporâneas. No Brasil, 78,3 milhões de toneladas de RSU foram gerados no ano de 2016. Apenas no estado de São Paulo, neste mesmo ano, foram gerados cerca de 14,6 milhões de toneladas, cerca de 19% do que foi gerado no país. No gerenciamento dos RSU a coleta e o transporte são as etapas que mais impactam o orçamento financeiro, em média são gastos de 40 a 70% dos recursos nessas etapas. Além disso, o transporte dos RSU também impacta o meio ambiente através das emissões de gases de efeito estufa provenientes dos caminhões. O objetivo deste trabalho foi estimar e analisar espacialmente utilizando Sistemas de Informação Geográficas (SIG) as distâncias percorridas pelos caminhões de coleta de RSU desde os centros urbanos até os locais de disposição final dos RSU em escala regional para os municípios do estado de São Paulo. Os resultados demonstraram que para transportar os RSU dos municípios paulistas, durante o ano de 2016, foram percorridos aproximadamente 91 milhões de quilômetros. Este valor é suficiente para dar mais de 2.293 voltas no planeta Terra, e consequentemente contribui para os altos custos ambientais e econômicos desta etapa do gerenciamento dos RSU.</p> 2019-12-13T17:30:05-03:00 Copyright (c) 2019 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/48566 Análise Espacial Aplicada ao Estabelecimento de Novos Varejos Alimentícios na Cidade de Maringá/PR: Estudo de Caso de Geomarketing 2019-12-16T21:37:22-03:00 Rodrigo Blaudt Lima da Silva rodrigo.blaudt@outlook.com Otávio Cristiano Montanher otaviocmontanher@yahoo.com.br <p>A crescente competitividade de mercado e a popularização dos Sistemas de Informação Geográfica têm levado a uma necessidade de integração de dados e metodologias para geração de análises espaciais robustas. Este trabalho objetiva apresentar um estudo de caso que busca mapear regiões potenciais para a instalação de varejos alimentícios no município de Maringá-PR. A partir de um conjunto de dados viários, locacionais e sociodemográficos gratuitos, foi gerado um mapa síntese através do método AHP em ambiente SIG, subsidiado por métodos de interpolação como krigagem ordinária e regressão polinomial. Em comparação com estudos de caráter qualitativo, o resultado da aplicação desta metodologia permitiu uma integração objetiva de diversas variáveis em um mapa síntese. O potencial de instalação de varejos alimentícios se concentrou no centro da cidade, outras duas manchas com alto potencial de instalação foram identificadas, uma no setor leste da cidade e a outra à noroeste. Ressalta-se que o mapeamento de síntese apresenta a variação espacial do potencial para instalação de novos varejos alimentícios, sem a especificação de qual tipo.</p> 2019-12-13T17:31:25-03:00 Copyright (c) 2019 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/45080 Identificação e Extração Automática de Indivíduos de Ipê-Amarelo em Imagens Obtidas por VANT 2019-12-16T14:32:15-03:00 Willian Vieira de Oliveira willian.oliveira@inpe.br Claudionor Ribeiro da Silva crs.educ@gmail.com <p>O processamento digital de imagens (PDI) representa um conjunto de técnicas que permite não apenas o tratamento de imagens, mas também proporciona uma maior facilidade na extração, análise e interpretação de informações contidas em imagens aéreas. Com o surgimento de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) ganhos significativos foram observados em termos de resolução espacial e temporal. Imagens adquiridas por VANT podem ser utilizadas em diversas atividades, como aquelas voltadas à conservação ambiental, como por exemplo, no monitoramento de indivíduos arbóreos protegidos por Lei ou em extinção, proporcionando maior controle das alterações ocorridas ao longo do tempo, em áreas de preservação. Dessa forma, é proposto nesse estudo a aplicação de técnicas de PDI em imagens VANT para detectar, extrair e espacializar indivíduos de espécies de Ipê-Amarelo. A metodologia contempla o desenvolvimento de rotinas computacionais, utilizando a linguagem Python, faz uso do classificador por máxima verossimilhança e de técnicas de morfologia matemática. Como resultados finais são obtidas as coordenadas geográficas dos indivíduos detectados nas imagens. Os resultados evidenciaram coerência com a realidade e mostraram que o algoritmo pode ser aplicado para fins ambientais, uma vez que este simplifica a organização do modo de trabalho na solução de problemas ambientais que envolvam a localização de espécies florestais para seu manejo e/ou controle.</p> 2019-12-13T17:33:14-03:00 Copyright (c) 2019 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/50377 Parâmetros de Fabricação de Símbolos para Mapas Táteis 2019-12-16T21:41:35-03:00 Gabriel de Bem gabrieldebem@gmail.com Regiane Trevisan Pupo regipupo@gmail.com <p>No que diz respeito à acessibilidade espacial, compreensão do ambiente e entendimento de trajetos a serem percorridos por pessoas com deficiência visual, os mapas táteis são uma importante ferramenta para auxiliar o planejamento prévio da rota a ser realizada por seus usuários. Embora, de acordo com a Norma Brasileira Regulamentadora, NBR 9050:2015, que trata da acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, a instalação de mapas táteis seja uma exigência a ser cumprida em edificações de acesso público, há poucas orientações quanto à sua fabricação, caracterização dos relevos táteis. Além disso, dentre os pesquisadores da área, há divergências entre as especificações dos elementos. Essa pesquisa, por sua vez, contribui tanto com a inclusão social no que diz respeito ao ensino de geografia, linguagem cartográfica e orientação espacial, uma vez que, a partir do agrupamento de parâmetros adotados no Brasil, no âmbito da cartografia tátil e no exterior, relacionados tanto à cartografia quanto à fabricação de mapas para edificações, traz uma síntese dos elementos já utilizados. Além disso, desenvolve, avalia e valida, por intermédio de testes com profissionais revisores de material braile, novos parâmetros a serem compartilhados por desenvolvedores de mapas táteis. Os parâmetros apresentados contemplam símbolos, letras, linhas, texturas e braile, caracterizando-os no que diz respeito à espessura, formato, elevação em relação à superfície e padronagens de representação, resultando num padrão de representação e fabricação de símbolos para mapas táteis.</p> 2019-12-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/46125 Uma Revisão sobre Sistemas de Referenciamento Linear para Cadastro Rodoviário e seu Potencial de Aplicação no Estado do Rio Grande do Sul (Brasil) 2019-12-16T21:45:43-03:00 Aline Gomes da Silva Druzina aline.druzina@gmail.com Sérgio Florêncio de Souza sergio.florencio@ufrgs.br Felipe Geremia Nievinski felipe.nievinski@ufrgs.br <p>No setor rodoviário, a atividade de cadastro e integração das informações é tarefa contínua, podendo ser realizada com a utilização de Sistemas de Referenciamento Linear (SRL) e/ou de Sistemas de Informações Geográficas (SIG). Os SRL são baseados na determinação unidimensional de um ponto desconhecido considerando uma referência, direção e distância conhecidas. Os SIG são baseados em geometrias bidimensionais e apresentam conceitos, algoritmos e modelos de dados próprios, sendo ferramentas indispensáveis no desenvolvimento dos processos de transportes. SRL e SIG são complementares tendo suas vantagens e desvantagens particulares. O desafio por décadas tem sido desenvolver práticas e modelos de dados genéricos para SRL que sejam adaptáveis, flexíveis e personalizáveis para atender a diferentes ambientes. Infelizmente, não há um consenso com relação à metodologia e padrões a serem seguidos para a integração das informações rodoviárias no Brasil. Por exemplo, muitos aspectos das normativas vigentes no âmbito da Comissão Nacional de Cartografia são diferentes das adotadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Nos EUA, diversas modelagens conceituais de dados foram propostas ao longo dos anos, comprovando uma preocupação constante na padronização e integração das informações rodoviárias. Internacionalmente, foi desenvolvida a norma ISO 19148 para SRL. Diante deste cenário e da ausência de normativas e especificações no Brasil para SRL, o presente artigo apresenta uma revisão a respeito das principais definições e modelos de dados para SRL existentes que possam ser aplicados ao sistema rodoviário. Diversos aspectos da normativa internacional são discutidos, como por exemplo métodos (absoluto – quilometragem, milhagem, etc. –, relativo, interpolativo) e elementos (curva, feição, aresta direcionada) para SRL. Um estudo de caso preliminar no âmbito do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem do estado do Rio Grande do Sul também é descrito.</p> 2019-12-13T17:32:21-03:00 Copyright (c) 2019 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/49499 Cartografia: do convencional à virtualização 2019-12-16T21:46:34-03:00 José Alves de Jesus jose@josealves.pro.br Lindon Fonseca Matias lindon@ige.unicamp.br <p>O presente artigo analisa a emergência de uma cartografia eletrônica, virtualizada e relacional, que se coloca enquanto movimento de transformação e reconfiguração da cartografia convencional a partir da incorporação de inúmeros dispositivos eletrônicos (geotecnologias) e da difusão da informação geográfica através das redes, em especial a Internet. Este movimento traz para o cerne da Cartografia uma série de implicações sobre o pensar e o fazer cartográfico que se refletem nas práticas sociais e na sociedade em geral, inaugurando novas espacialidades e territorialidades virtualizadas com profundas implicações no espaço absoluto.</p> 2019-12-13T17:23:58-03:00 Copyright (c) 2019