http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/issue/feed Revista Brasileira de Cartografia 2021-04-10T14:50:25-03:00 Prof. Dr. João Vitor Meza Bravo revbrcartografia@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista Brasileira de Cartografia (RBC) é um periódico "Open Access" publicado regularmente desde 1970, com abrangência nacional e internacional. A RBC tem como missão divulgar avanços nos campos da Cartografia &amp; SIG, Cadastro Territorial, Geodésia, Hidrografia, Fotogrametria e Sensoriamento Remoto.</p> http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/50008 Orientação Exterior de Imagens CBERS-4/PAN Utilizando Modelos Rigorosos 2021-04-10T14:50:25-03:00 Thales Shoiti Akiyama akiyama.thales@gmail.com José Marcato Junior jose.marcato@ufms.br Antonio Maria Garcia Tommaselli a.tommaselli@unesp.br Tiago Lima Rodrigues tiagorodrigues@ufpr.br Nayara Vasconcelos Estrabis nay_nve@hotmail.com <p>O processo de correção geométrica em imagens orbitais é uma etapa indispensável, em que é possível a geração de produto cartográfico mais confiável, o qual pode ser utilizado em inúmeras aplicações. Os satélites de imageamento possuem sensores embarcados integrados com outros dispositivos que, em conjunto, são capazes de fornecer as imagens orbitais, as quais apresentam diferentes níveis de detalhamento e de acurácia posicional. Desta forma, é importante analisar a qualidade das imagens orbitais do CBERS-4/PAN na banda pancromática, cujo GSD (<em>Ground Sample Distance</em>) é de 5 metros, bem como quais procedimentos podem ser adotados para melhorá-las. Além do CBERS-4 ser considerado um satélite recente, são escassos os estudos referentes à confiabilidade posicional e correção geométrica dos produtos gerados, principalmente das imagens do sensor PAN (<em>Panchromatic and Multispectral Camera</em>).&nbsp; Para a orientação exterior das imagens CBERS-4/PAN foi utilizado o modelo matemático rigoroso baseado nas equações de colinearidade adaptadas para o sensor de varredura linear. Foram utilizados dados orbitais como injunções relativas, e variou-se a quantidade de pontos de apoio - 15, 10 e 5 pontos, cujas coordenadas são oriundas dos limites de propriedades rurais cadastrados no INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Foram geradas imagens corrigidas geometricamente com acurácia posicional planimétrica mais confiáveis (10 a 15 m).</p> 2021-04-06T13:51:29-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/55099 A Medição e Análise de Prumagem e Planeza na Construção de Fachadas e Pisos/Lajes de Edifícios 2021-04-10T14:50:25-03:00 Catarina Maria Ribeiro dos Santos cataribs@yahoo.com.br Andréa de Seixas adeseixas7@gmail.com Silvio Jacks dos Anjos Garnés silviogarnes@gmail.com Yêda Vieira Póvoas yeda.povoas@gmail.com <p class="ResumoAbstract">Este trabalho analisa o desempenho de métodos geodésicos/topográficos para o controle da planeza de superfícies horizontais, como pisos e lajes, e de superfícies verticais, assim como controle de prumagem de fachadas. Assim são propostas diretrizes para a implementação de uma metodologia para alcançar maior qualidade posicional e moderação das despesas, aperfeiçoando o processo construtivo destes elementos. O controle geométrico periódico da prumagem e planeza em um edifício predial é importante para o controle de qualidade da execução de obras. Através da discretização de superfícies, por meio de uma grade regular de pontos-objeto, a regressão linear múltipla possibilita a avaliação de planos, reconstituindo superfícies. Este trabalho contempla a implantação do sistema geodésico de referência planialtimétrico, ajustamento pelo método dos mínimos quadrados, análise de variâncias para comparação de resultados obtidos pelos métodos geodésicos/topográficos e respectivas incertezas, além da aplicação da regressão linear para estudo da planeza e prumagem. As superfícies investigadas tiveram suas coordenadas tridimensionais determinadas, para fins de comparação dos resultados. Toda a análise estatística foi realizada a um nível de confiança de 95%, provando que o método de irradiação 3D apresenta resultados sem diferença significativa quando comparados com os demais métodos empregados. Após a análise estatística e comprovação do método de medição, a regressão linear múltipla permitiu a reconstituição dos planos horizontais e verticais e a avaliação da prumagem da fachada, ou seja, o quanto esta, se apresenta inclinada, tornando-se assim, outro método investigativo, além do clássico mapeamento de fachada adotado na construção civil, com base em prumos verticais.</p> 2021-04-06T14:09:56-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/57110 Símbolos Pontuais para o Mapeamento Topográfico em Escala Grande 2021-04-10T14:50:23-03:00 Flávia Silveira flasilveira.silveira@gmail.com Adriana Alexandria Machado adri.alexandria@gmail.com Andrea Faria Andrade afariandrade@gmail.com Silvana Philippi Camboim silvanacamboim@gmail.com <p class="ResumoAbstract">Existe a falta de uma simbologia pontual padronizada para ser aplicada ao mapeamento topográfico em escala grande no Brasil. Ademais, há a necessidade da discussão de conceitos da percepção visual para o desenvolvimento dos símbolos cartográficos. Nesse sentido, este trabalho propõe símbolos pontuais para mapas em escala grande (1:2.000). Essa abordagem é construída com base nos conceitos de percepção visual para a proposição dos símbolos e em testes de preferência dos usuários por esses símbolos para o mapeamento topográfico em escala grande. O teste de preferência foi aplicado após tarefas de leitura de mapas envolvendo os níveis de navegação e mensuração propostos por Board (1978). Um total de 121 participantes realizou o teste em ambiente digital. O teste visou avaliar se símbolos com contorno e com fundo branco são mais bem detectados, discriminados e reconhecidos no contexto do mapa. Os símbolos que não foram considerados eficazes de acordo com esta metodologia proposta por Clarke (1989) foram reformulados, a fim de que possíveis falhas no processo da criação dos símbolos fossem corrigidas. Os símbolos testados e não testados foram disponibilizados para a comunidade acadêmica através da plataforma Github do Laboratório Geoespacial Livre da Universidade Federal do Paraná, para que possam ser utilizados e aprimorados por pesquisadores e usuários da área.</p> 2021-04-06T14:17:22-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/56905 O Cenário de Editais de Licitação Pública de Sistema de Informação Territorial para Administrações Municipais: Diagnóstico e Proposta de Requisitos Utilizando Técnicas de Engenharia de Requisitos 2021-04-10T14:50:23-03:00 Everton Leandro Nubiato nubiato@hotmail.com Luciene Stamato Delazari luciene@ufpr.br <p>A gestão do espaço territorial urbano é uma necessidade e uma obrigação dos municípios brasileiros que precisam de instrumentos capazes de fornecer conhecimento a respeito do território. Neste sentido, as administrações públicas municipais têm buscado soluções eficientes e eficazes que proporcionem a ordenação, o controle e a manutenção do espaço territorial, as quais permitam a conjugação de dados cadastrais, bases cartográficas e processos de gestão territorial, ou seja, há demanda por aquisição de sistemas de informação territorial para atender às necessidades por gestão do espaço urbano. Para se obter um sistema de informação territorial que possa ter critérios de qualidade e desempenho bem definidos e conhecidos do mercado, a fim de subsidiar a administração pública em processos licitatórios, pode-se aplicar técnicas da engenharia de software para elicitação, análise, documentação e validação de requisitos do sistema. Todavia, o desenvolvimento de um projeto de engenharia de software para definição de requisitos de sistema não é algo simples e requer capacidade técnica e profissional, além de recursos financeiros, o que pode ser um grande desafio para as administrações públicas municipais. Neste contexto, a proposta deste artigo é apresentar os resultados da aplicação de técnicas de engenharia de software na verificação e validação das especificações técnicas encontradas em editais de licitação de administrações públicas municipais, a fim de registrar o cenário brasileiro, bem como fazer uma proposta inicial de um documento de requisitos o qual possa contribuir para uma futura padronização de sistemas de informação territorial em administrações públicas municipais.</p> 2021-04-06T14:37:57-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/57735 Avaliação dos Novos Parâmetros de Transformação entre ITRF (IGS) e SIRGAS2000 no IBGE-PPP com Análise de Séries Temporais 2021-04-10T14:50:22-03:00 Lécio Alves Nascimento lecio.nascimento@ifnmg.edu.br William Rodrigo Dal Poz william.dalpoz@ufv.br Krisley Xavier Soares de Freitas krisley.freitas@ufv.br <p>O IBGE-PPP, serviço de Posicionamento por Ponto Preciso (PPP) online, estima coordenadas originalmente referenciadas às materializações do ITRF (IGS) e então as compatibiliza para o SIRGAS2000 com a aplicação da transformação de Helmert e seus respectivos parâmetros de transformação. Em 17 de maio de 2020 o IBGE-PPP passou a utilizar um novo conjunto de parâmetros (P2), descontinuando o conjunto antigo (P1). Nesse contexto, este trabalho se propõe a avaliar os impactos dos novos parâmetros na compatibilização de referenciais e redução de coordenadas utilizados pelo IBGE-PPP, fundamentando-se em análise de séries temporais de dados de duas estações da RBMC, NAUS e AMCO. Analisando as séries temporais SIRGAS2000 compatibilizadas com P1 (SCP1) e P2 (SCP2) para as duas estações, observou-se que as séries de componentes norte (Δ<em>n</em>) SCP1 apresentaram mudanças de nível (diferenças) de aproximadamente ±0,017 m e –0,013 m em relação a SCP2, nos períodos referentes às materializações do ITRF2005 (IGS05) e ITRF2014 (IGS14). As séries de componentes leste (Δ<em>e</em>) e vertical (Δ<em>u</em>) SCP1 também apresentaram diferenças quando comparadas à SCP2, porém com magnitudes entre 0,001 m e 0,006m e 0,004 m e 0,012 m, respectivamente. Considerando os conjuntos de parâmetros de transformação entre as materializações ITRF (IGS) e SIRGAS2000, pôde-se observar que as séries SCP2 apresentaram resultados mais consistentes quando comparadas às séries SCP1, diminuindo os impactos causados pelas trocas de referenciais ocorridas ao longo do tempo. Ademais, as séries SCP2 foram compatíveis com as séries referenciadas ao ITRF2014 (IGS) ao nível menor ou igual a 0,002 m.</p> 2021-04-06T16:44:00-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/55466 Determinação de Velocidades das Estações da RBMC com Uso do Software SARI 2021-04-10T14:50:20-03:00 Marcony de Paulo Ramos marconypaulo@yahoo.com.br William Rodrigo Dal Poz william.dalpoz@ufv.br Alessandro Salles Carvalho alessandro.carvalho@ufjf.edu.br <p>Devido ao aperfeiçoamento da precisão do posicionamento com GNSS (<em>Global Navigation Satellite System</em>) e à instalação de grandes redes de operação contínua, longas séries temporais de coordenadas do GNSS agora são amplamente utilizadas para conhecer uma variedade de processos de deformação da Terra. Logo, uma tarefa que passou a ser muito utilizada é a determinação de velocidades de estações das redes de monitoramento contínuo, tendo diversas aplicações na geodésia. As componentes de velocidades de uma estação podem ser determinadas de modo simplificado, como resultado de uma regressão linear simples, assumindo que o comportamento da velocidade de uma estação responde a um modelo linear. Porém, para obter precisão melhor, é importante considerar que a velocidade da estação não esteja relacionada apenas à tendência, mas também em função da sazonalidade e de ruídos. É comum pressupor a presença de ruídos brancos em uma série temporal de coordenadas GNSS, porém, é importante estudar ruídos da lei de potência para determinar o tipo de ruído em cada série. Dessa forma, este trabalho teve como objetivo realizar a determinação de velocidades das estações considerando tendência, sazonalidade e tipos de ruídos presentes nas séries. Os estudos foram realizados a partir de 94 estações pertencentes à RBMC (Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS), pós-processadas no serviço online IBGE-PPP (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas - Posicionamento por Ponto Preciso) e análises das séries de coordenadas executada no <em>software</em> SARI (<em>Señales y Análisis de Ruido Interactivo</em>). Os resultados mostram que não há diferenças significativas na obtenção das velocidades planimétricas das estações quando é negligenciada a sazonalidade, bem como mostram que as análises de ruídos não afetam as velocidades das estações analisadas nesta pesquisa.</p> 2021-04-06T16:47:05-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/55420 Controle Geodésico do Nível do Mar em Salvador: Análises e Correlações 2021-04-10T14:50:20-03:00 Nilton de Souza Ribas Junior niltonribasjr@gmail.com Carlos Antônio de Souza Teles Santos carlosateles@yahoo.com.br Gilney Figueira Zebende gfzebende@uefs.br Aloísio Machado da Silva Filho aloisioestatistico@uefs.br <p>Fatores de ordem política, social e econômica têm motivado governantes e pesquisadores a monitorar e estudar o comportamento do nível do mar. Com a elevação deste nível, estima-se que em 2070 150 milhões de pessoas estariam em risco e uma riqueza avaliada em 35 trilhões de dólares ameaçados nas 136 maiores cidades portuárias do mundo. Para a engenharia, o nível médio do mar tem fundamental importância na determinação do <em>datum</em> altimétrico de um país. Neste trabalho foram utilizados os dados coletados pela Estação Maregráfica de Salvador no período de 2009 a 2015 com o objetivo de avaliar o comportamento temporal do nível médio do mar neste local, detectar e quantificar movimentos verticais de origem não oceânica que tendem a degradar e mascarar a qualidade desses dados. Rotinas computacionais foram desenvolvidas no intuito de detectar e corrigir inconsistências nesta série. Métodos estatísticos de regressão, além do DFA e <em>ρ</em>DCCA foram utilizados para analisar o comportamento da série, sua persistência ao longo do tempo e quantificar o nível de correlação cruzada entre a série maregráfica e as redes geodésicas ativas e passivas do IBGE. Os resultados mostraram a importância na análise e correção dos dados para fins de determinação do nível médio do mar por apresentar diferenças numéricas, mas qualitativamente não houve diferença significativa, visto o universo de pontos analisados. Nossos achados apontam que o nível do mar está subindo e, além disso, este cenário tende a continuar por um longo período.</p> 2021-04-06T17:01:47-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/54288 Análise Multicritério Aplicada à Determinação de Áreas de Adequabilidade à Valorização Imobiliária 2021-04-10T14:50:19-03:00 Daniel Camilo de Oliveira Duarte dcoduarte@gmail.com Júlio Cesar de Oliveira oliveirajc@ufv.br João Luiz Lani lani@ufv.br Marlene Salete Uberti ubertimarlene@gmail.com Éder Teixeira Marques eder@ufv.br Marcos Vinícius Sanches Abreu marcos.abreu@ufv.br <p>O Sistema de Informação Geográfica (SIG) tem sido amplamente utilizado no Cadastro Territorial Multifinalitário (CTM) para gerenciar dados e informações acerca dos imóveis e das diversas temáticas relacionadas ao Planejamento Urbano e a Gestão Territorial. Entre as ferramentas presentes em um SIG, a <em>Multi-Criteria Evaluation</em> (MCE) é utilizada em várias áreas da ciência e os seus resultados são mapas de susceptibilidade ou adequabilidade, elaborados por meio da combinação de restrições, fatores e pesos que permitem subsidiar a tomada de decisão. No contexto de Goiânia, a MCE foi utilizada para definir áreas de adequabilidade à valorização imobiliária. Para isso foram utilizados dados geográficos das temáticas: Meio Ambiente, Topografia, Transporte e Mobilidade, Educação, Patrimônio Histórico e Cultura, Saúde e Assistência Social, Infraestrutura Urbana e Serviços Urbanos. Todos os dados passaram por técnicas de análise espacial para serem escalonados em fatores em termos de sua adequabilidade a valorização imobiliária por meio das lógicas booleana e <em>Fuzzy</em>. Além disso, os fatores foram submetidos a processos de ponderação por meio do método <em>Analytical Hierarchy Process</em> (AHP) correlacionado com a Planta Genérica de Valores (PGV). Para combinar os fatores da análise foram utilizados os métodos da Combinação Linear Ponderada (CLP) e a Média Ordenada Ponderada (MOP). Os resultados demostram que as Regiões Central e Campinas apresentaram maior valorização imobiliária, concluindo que a MCE amplia a capacidade de modelagem da influência geográfica nos valores dos imóveis.</p> 2021-04-06T22:20:29-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/50102 Desenvolvimento de aplicativo para auxílio à navegação em ambientes internos 2021-04-10T14:50:18-03:00 Carolina Aguilar Aravena carolina.aguilara@usach.cl Luciene Stamato Delazari luciene@ufpr.br <p class="ResumoAbstract">Em ambientes externos o auxílio à navegação do usuário pode ser realizado por meio do uso dos sinais recebidos dos satélites GNSS (Global Navigation Satellite System) ou pelo GSM (Global System for Mobile Communication). No interior das edificações, não é possível utilizar estas tecnologias, o que faz necessário o uso de outros métodos de posicionamento para auxiliar ao usuário. Uma das soluções para o posicionamento neste ambiente é a tecnologia WIFI, que encontra-se implementada em dispositivos móveis, como os smartphones. Entretanto, ainda não existem muitas soluções que podem ser adotadas em ambientes indoor que podem auxiliar no posicionamento do usuário. Nesta pesquisa foi desenvolvido um aplicativo na plataforma Android, com a qual é determinado o posicionamento para o ambiente interno, pelas técnicas do centróide, centróide ponderado e trilateração, para posteriormente ser apresentado em um mapa com a finalidade de assistir na navegação do usuário no ambiente interno. O aplicativo permite ao usuário identificar sua posição no ambiente a partir da interação com o mapa, além de ser apresentado um marcador de posição, indicando o andar e o prédio onde o usuário se encontra. Desta forma auxilia na orientação do usuário, e permite sua localização, além de ser uma ferramenta adequada para este tipo de ambientes. Este trabalho faz parte do projeto UFPR CampusMap da Universidade Federal do Paraná.</p> 2021-04-07T15:21:44-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/53395 Avaliação da Superfície Equipotencial de Referência Local (W_0SP) no Estado de São Paulo 2021-04-10T14:50:17-03:00 Fabio Luiz Albarici fabio.albarici@ifsuldeminas.edu.br Gabriel do Nascimento Guimarães gabriel@ufu.br Jorge Luiz Alves Trabanco trabanco@fec.unicamp.br Marcelo Santos msantos@unb.ca <p class="ResumoAbstract"><span lang="PT-BR">A compreensão, o estudo e a atualização da superfície equipotencial de referência local </span><img src="data:image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAASABIAAD/4QB0RXhpZgAATU0AKgAAAAgABAEaAAUAAAABAAAAPgEbAAUAAAABAAAARgEoAAMAAAABAAIAAIdpAAQAAAABAAAATgAAAAAAAABIAAAAAQAAAEgAAAABAAKgAgAEAAAAAQAAAB+gAwAEAAAAAQAAAA8AAAAA/+0AOFBob3Rvc2hvcCAzLjAAOEJJTQQEAAAAAAAAOEJJTQQlAAAAAAAQ1B2M2Y8AsgTpgAmY7PhCfv/AABEIAA8AHwMBIgACEQEDEQH/xAAfAAABBQEBAQEBAQAAAAAAAAAAAQIDBAUGBwgJCgv/xAC1EAACAQMDAgQDBQUEBAAAAX0BAgMABBEFEiExQQYTUWEHInEUMoGRoQgjQrHBFVLR8CQzYnKCCQoWFxgZGiUmJygpKjQ1Njc4OTpDREVGR0hJSlNUVVZXWFlaY2RlZmdoaWpzdHV2d3h5eoOEhYaHiImKkpOUlZaXmJmaoqOkpaanqKmqsrO0tba3uLm6wsPExcbHyMnK0tPU1dbX2Nna4eLj5OXm5+jp6vHy8/T19vf4+fr/xAAfAQADAQEBAQEBAQEBAAAAAAAAAQIDBAUGBwgJCgv/xAC1EQACAQIEBAMEBwUEBAABAncAAQIDEQQFITEGEkFRB2FxEyIygQgUQpGhscEJIzNS8BVictEKFiQ04SXxFxgZGiYnKCkqNTY3ODk6Q0RFRkdISUpTVFVWV1hZWmNkZWZnaGlqc3R1dnd4eXqCg4SFhoeIiYqSk5SVlpeYmZqio6Slpqeoqaqys7S1tre4ubrCw8TFxsfIycrS09TV1tfY2dri4+Tl5ufo6ery8/T19vf4+fr/2wBDAAICAgICAgMCAgMFAwMDBQYFBQUFBggGBgYGBggKCAgICAgICgoKCgoKCgoMDAwMDAwODg4ODg8PDw8PDw8PDw//2wBDAQICAgQEBAcEBAcQCwkLEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBD/3QAEAAL/2gAMAwEAAhEDEQA/AP0+8BfHi88V+DvDOu3njvQIr/XrW+fyV8P6ghe40ZP+JqsMb35dltZAyMRuGRtDMevs3h298f8AirQdP8S6H4m0ibTtUgjubeR9BvIWeGVQyMY5dQR1ypBwyg+1fkx8JdL+G2oeGfA+ra94+sn02e+v7u7ijs9RL/8ACOasLi7+wxg2wXzbma7kS6bIHkttUs0aNX0BpH7e3hS11jSoPFXimG2sJtVIuvI064LRQx2l2ZbJMQtuCXIswknBZXfLADIAP0A/s34p/wDQw6N/4Jrn/wCWVeX/ABm8SfGj4d/DbWPGOia54fnvdP8As/lpcaJdtEfNuI4m3BNURvuuSMMOcfSvm/Rv+Cg3gvWtattNkvbHTLS/uliju5rW/mWFwX3Wckcce559vknzV2wje4+bywZfnL47f8FAfBHjLwZqGhS65BpOm/brV50Syu3ka2Hnk28jNE4MiyrbPvj2jKyJ8yBWkAP/2Q==" width="31" height="12"><span lang="PT-BR">&nbsp;tem importância fundamental no sistema de altitude de um país. Esta superfície pode ser integrada ao sistema global, conforme resolução da IAG onde consta que a realização do sistema de referência deve referir-se a um nível de referência global (</span><img src="data:image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAASABIAAD/4QB0RXhpZgAATU0AKgAAAAgABAEaAAUAAAABAAAAPgEbAAUAAAABAAAARgEoAAMAAAABAAIAAIdpAAQAAAABAAAATgAAAAAAAABIAAAAAQAAAEgAAAABAAKgAgAEAAAAAQAAAA2gAwAEAAAAAQAAAA8AAAAA/+0AOFBob3Rvc2hvcCAzLjAAOEJJTQQEAAAAAAAAOEJJTQQlAAAAAAAQ1B2M2Y8AsgTpgAmY7PhCfv/AABEIAA8ADQMBIgACEQEDEQH/xAAfAAABBQEBAQEBAQAAAAAAAAAAAQIDBAUGBwgJCgv/xAC1EAACAQMDAgQDBQUEBAAAAX0BAgMABBEFEiExQQYTUWEHInEUMoGRoQgjQrHBFVLR8CQzYnKCCQoWFxgZGiUmJygpKjQ1Njc4OTpDREVGR0hJSlNUVVZXWFlaY2RlZmdoaWpzdHV2d3h5eoOEhYaHiImKkpOUlZaXmJmaoqOkpaanqKmqsrO0tba3uLm6wsPExcbHyMnK0tPU1dbX2Nna4eLj5OXm5+jp6vHy8/T19vf4+fr/xAAfAQADAQEBAQEBAQEBAAAAAAAAAQIDBAUGBwgJCgv/xAC1EQACAQIEBAMEBwUEBAABAncAAQIDEQQFITEGEkFRB2FxEyIygQgUQpGhscEJIzNS8BVictEKFiQ04SXxFxgZGiYnKCkqNTY3ODk6Q0RFRkdISUpTVFVWV1hZWmNkZWZnaGlqc3R1dnd4eXqCg4SFhoeIiYqSk5SVlpeYmZqio6Slpqeoqaqys7S1tre4ubrCw8TFxsfIycrS09TV1tfY2dri4+Tl5ufo6ery8/T19vf4+fr/2wBDAAICAgICAgMCAgMFAwMDBQYFBQUFBggGBgYGBggKCAgICAgICgoKCgoKCgoMDAwMDAwODg4ODg8PDw8PDw8PDw//2wBDAQICAgQEBAcEBAcQCwkLEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBD/3QAEAAH/2gAMAwEAAhEDEQA/AP0+8BfHi88V+DvDOu3njvQIr/XrW+fyV8P6ghe40ZP+JqsMb35dltZAyMRuGRtDMevDfG748fGjwToPg3xL8Ptb8OX+neK4J7lJL/w9qKMYVWFomWM6pA6bllJIdc9OBXxD4Ds/BMnw98MeIZPG+n3o83Vb5rX7LqI8zQtUjub1NOUm2CiS7uLt47t8qPJfClmjRqf+0N+198M9d8KeDbvxZ4qjnlS41RLaePT7qIzW+yzO5o0h2qVkLxgDGVQHvkgH/9k=" width="13" height="12"><span lang="PT-BR">) unificado. Neste artigo, propõe-se o cálculo desta superfície através da abordagem oceanográfica, utilizando-se de observações gravimétricas, medidas maregráficas do nível do mar e dados advindos do GNSS/nivelamento. Na determinação do </span><img src="data:image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAASABIAAD/4QB0RXhpZgAATU0AKgAAAAgABAEaAAUAAAABAAAAPgEbAAUAAAABAAAARgEoAAMAAAABAAIAAIdpAAQAAAABAAAATgAAAAAAAABIAAAAAQAAAEgAAAABAAKgAgAEAAAAAQAAAB+gAwAEAAAAAQAAAA8AAAAA/+0AOFBob3Rvc2hvcCAzLjAAOEJJTQQEAAAAAAAAOEJJTQQlAAAAAAAQ1B2M2Y8AsgTpgAmY7PhCfv/AABEIAA8AHwMBIgACEQEDEQH/xAAfAAABBQEBAQEBAQAAAAAAAAAAAQIDBAUGBwgJCgv/xAC1EAACAQMDAgQDBQUEBAAAAX0BAgMABBEFEiExQQYTUWEHInEUMoGRoQgjQrHBFVLR8CQzYnKCCQoWFxgZGiUmJygpKjQ1Njc4OTpDREVGR0hJSlNUVVZXWFlaY2RlZmdoaWpzdHV2d3h5eoOEhYaHiImKkpOUlZaXmJmaoqOkpaanqKmqsrO0tba3uLm6wsPExcbHyMnK0tPU1dbX2Nna4eLj5OXm5+jp6vHy8/T19vf4+fr/xAAfAQADAQEBAQEBAQEBAAAAAAAAAQIDBAUGBwgJCgv/xAC1EQACAQIEBAMEBwUEBAABAncAAQIDEQQFITEGEkFRB2FxEyIygQgUQpGhscEJIzNS8BVictEKFiQ04SXxFxgZGiYnKCkqNTY3ODk6Q0RFRkdISUpTVFVWV1hZWmNkZWZnaGlqc3R1dnd4eXqCg4SFhoeIiYqSk5SVlpeYmZqio6Slpqeoqaqys7S1tre4ubrCw8TFxsfIycrS09TV1tfY2dri4+Tl5ufo6ery8/T19vf4+fr/2wBDAAICAgICAgMCAgMFAwMDBQYFBQUFBggGBgYGBggKCAgICAgICgoKCgoKCgoMDAwMDAwODg4ODg8PDw8PDw8PDw//2wBDAQICAgQEBAcEBAcQCwkLEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBD/3QAEAAL/2gAMAwEAAhEDEQA/AP0+8BfHi88V+DvDOu3njvQIr/XrW+fyV8P6ghe40ZP+JqsMb35dltZAyMRuGRtDMevs3h298f8AirQdP8S6H4m0ibTtUgjubeR9BvIWeGVQyMY5dQR1ypBwyg+1fkx8JdL+G2oeGfA+ra94+sn02e+v7u7ijs9RL/8ACOasLi7+wxg2wXzbma7kS6bIHkttUs0aNX0BpH7e3hS11jSoPFXimG2sJtVIuvI064LRQx2l2ZbJMQtuCXIswknBZXfLADIAP0A/s34p/wDQw6N/4Jrn/wCWVeX/ABm8SfGj4d/DbWPGOia54fnvdP8As/lpcaJdtEfNuI4m3BNURvuuSMMOcfSvm/Rv+Cg3gvWtattNkvbHTLS/uliju5rW/mWFwX3Wckcce559vknzV2wje4+bywZfnL47f8FAfBHjLwZqGhS65BpOm/brV50Syu3ka2Hnk28jNE4MiyrbPvj2jKyJ8yBWkAP/2Q==" width="31" height="12"><span lang="PT-BR">&nbsp;a <em>SST </em>(Topografia da Superfície do Mar) também foi calculada. Os testes numéricos, utilizando-se do valor do </span><img src="data:image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAASABIAAD/4QB0RXhpZgAATU0AKgAAAAgABAEaAAUAAAABAAAAPgEbAAUAAAABAAAARgEoAAMAAAABAAIAAIdpAAQAAAABAAAATgAAAAAAAABIAAAAAQAAAEgAAAABAAKgAgAEAAAAAQAAAB+gAwAEAAAAAQAAAA8AAAAA/+0AOFBob3Rvc2hvcCAzLjAAOEJJTQQEAAAAAAAAOEJJTQQlAAAAAAAQ1B2M2Y8AsgTpgAmY7PhCfv/AABEIAA8AHwMBIgACEQEDEQH/xAAfAAABBQEBAQEBAQAAAAAAAAAAAQIDBAUGBwgJCgv/xAC1EAACAQMDAgQDBQUEBAAAAX0BAgMABBEFEiExQQYTUWEHInEUMoGRoQgjQrHBFVLR8CQzYnKCCQoWFxgZGiUmJygpKjQ1Njc4OTpDREVGR0hJSlNUVVZXWFlaY2RlZmdoaWpzdHV2d3h5eoOEhYaHiImKkpOUlZaXmJmaoqOkpaanqKmqsrO0tba3uLm6wsPExcbHyMnK0tPU1dbX2Nna4eLj5OXm5+jp6vHy8/T19vf4+fr/xAAfAQADAQEBAQEBAQEBAAAAAAAAAQIDBAUGBwgJCgv/xAC1EQACAQIEBAMEBwUEBAABAncAAQIDEQQFITEGEkFRB2FxEyIygQgUQpGhscEJIzNS8BVictEKFiQ04SXxFxgZGiYnKCkqNTY3ODk6Q0RFRkdISUpTVFVWV1hZWmNkZWZnaGlqc3R1dnd4eXqCg4SFhoeIiYqSk5SVlpeYmZqio6Slpqeoqaqys7S1tre4ubrCw8TFxsfIycrS09TV1tfY2dri4+Tl5ufo6ery8/T19vf4+fr/2wBDAAICAgICAgMCAgMFAwMDBQYFBQUFBggGBgYGBggKCAgICAgICgoKCgoKCgoMDAwMDAwODg4ODg8PDw8PDw8PDw//2wBDAQICAgQEBAcEBAcQCwkLEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBD/3QAEAAL/2gAMAwEAAhEDEQA/AP0+8BfHi88V+DvDOu3njvQIr/XrW+fyV8P6ghe40ZP+JqsMb35dltZAyMRuGRtDMevs3h298f8AirQdP8S6H4m0ibTtUgjubeR9BvIWeGVQyMY5dQR1ypBwyg+1fkx8JdL+G2oeGfA+ra94+sn02e+v7u7ijs9RL/8ACOasLi7+wxg2wXzbma7kS6bIHkttUs0aNX0BpH7e3hS11jSoPFXimG2sJtVIuvI064LRQx2l2ZbJMQtuCXIswknBZXfLADIAP0A/s34p/wDQw6N/4Jrn/wCWVeX/ABm8SfGj4d/DbWPGOia54fnvdP8As/lpcaJdtEfNuI4m3BNURvuuSMMOcfSvm/Rv+Cg3gvWtattNkvbHTLS/uliju5rW/mWFwX3Wckcce559vknzV2wje4+bywZfnL47f8FAfBHjLwZqGhS65BpOm/brV50Syu3ka2Hnk28jNE4MiyrbPvj2jKyJ8yBWkAP/2Q==" width="31" height="12"><span lang="PT-BR">&nbsp;para o estado de São Paulo, indicam que a discrepância do número geopotencial e altitude normal, quando analisados em relação aos valores disponibilizados pelo IBGE, tem </span><span lang="PT-BR">desvio padrão de </span><img src="data:image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAASABIAAD/4QB0RXhpZgAATU0AKgAAAAgABAEaAAUAAAABAAAAPgEbAAUAAAABAAAARgEoAAMAAAABAAIAAIdpAAQAAAABAAAATgAAAAAAAABIAAAAAQAAAEgAAAABAAKgAgAEAAAAAQAAADCgAwAEAAAAAQAAAA8AAAAA/+0AOFBob3Rvc2hvcCAzLjAAOEJJTQQEAAAAAAAAOEJJTQQlAAAAAAAQ1B2M2Y8AsgTpgAmY7PhCfv/AABEIAA8AMAMBIgACEQEDEQH/xAAfAAABBQEBAQEBAQAAAAAAAAAAAQIDBAUGBwgJCgv/xAC1EAACAQMDAgQDBQUEBAAAAX0BAgMABBEFEiExQQYTUWEHInEUMoGRoQgjQrHBFVLR8CQzYnKCCQoWFxgZGiUmJygpKjQ1Njc4OTpDREVGR0hJSlNUVVZXWFlaY2RlZmdoaWpzdHV2d3h5eoOEhYaHiImKkpOUlZaXmJmaoqOkpaanqKmqsrO0tba3uLm6wsPExcbHyMnK0tPU1dbX2Nna4eLj5OXm5+jp6vHy8/T19vf4+fr/xAAfAQADAQEBAQEBAQEBAAAAAAAAAQIDBAUGBwgJCgv/xAC1EQACAQIEBAMEBwUEBAABAncAAQIDEQQFITEGEkFRB2FxEyIygQgUQpGhscEJIzNS8BVictEKFiQ04SXxFxgZGiYnKCkqNTY3ODk6Q0RFRkdISUpTVFVWV1hZWmNkZWZnaGlqc3R1dnd4eXqCg4SFhoeIiYqSk5SVlpeYmZqio6Slpqeoqaqys7S1tre4ubrCw8TFxsfIycrS09TV1tfY2dri4+Tl5ufo6ery8/T19vf4+fr/2wBDAAICAgICAgMCAgMFAwMDBQYFBQUFBggGBgYGBggKCAgICAgICgoKCgoKCgoMDAwMDAwODg4ODg8PDw8PDw8PDw//2wBDAQICAgQEBAcEBAcQCwkLEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBD/3QAEAAP/2gAMAwEAAhEDEQA/AP1n+E3xF8XfFHQY59J8aeHL7VrC2sm1WK00a6MdrdXUCymLcdSIypJBXcxXGG5zV1vibdi38U3UPj3QbqPwWwTV/s2h3twbaQru8vbFfsXk4wUjDMG+UjdxXxx8G/2iPDvg7QdY8cWd5pmqReJNK8NDSreGTUFnc21pDasbkS6fHHEu0mQ7JJCANoDEivXPCfx58FaF8SviT4uvNb0s2HiQWT6WIzqbTM9jb+Qq3KHTlWIOeSUeUr0w3WgD3zwJ4z8T/EnT73U/CXijTZodOumsrhbrwzqVhLFcLGkpRoru9hk+5Ihztxz161veIpPiroWh32sjXtBcWUTSt52mTW0SqgyzSTPqJVEUZZmIOACcE8V8l6x8QfhHffs4a58Jk8Y2l14m8Q6berd31xZX620mr6kXluLvAtnYItxI0kabThQqdBXmHhuL4EaL8Ro9d1DVdI1Tw5e3mstfWd1BqVwTaXFtZWtinlzWTpMWW2kmu0cqHuJPNLyMuSAfbOleNfH9x4c8K63r+s6Zol14tkht7Syn0K7af7TNE8wiKrqG4YjjeRiyrtRSXC4IGD8b/Hfxk+FPgm48TaZfaHqlyA6RRtpdwpMu0ldsY1HfLtAMjqpUCJJHZ0C5rxg/Hz4JTfEzZ4T1GysdI+Heiypo1p9iu7ayfWdW3FiUhtmaJbeCNUDrGci6lwGK4ryvT/EX7Nvg34A+LtI8eXGjareWMGp3mnyPplxfzwRrZ+XA0t1JYQGW6RE2tceUkjqF8xnk3SOAf//Z" width="48" height="12"><span lang="PT-BR">&nbsp;e </span><img src="data:image/jpeg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAASABIAAD/4QB0RXhpZgAATU0AKgAAAAgABAEaAAUAAAABAAAAPgEbAAUAAAABAAAARgEoAAMAAAABAAIAAIdpAAQAAAABAAAATgAAAAAAAABIAAAAAQAAAEgAAAABAAKgAgAEAAAAAQAAACKgAwAEAAAAAQAAAA8AAAAA/+0AOFBob3Rvc2hvcCAzLjAAOEJJTQQEAAAAAAAAOEJJTQQlAAAAAAAQ1B2M2Y8AsgTpgAmY7PhCfv/AABEIAA8AIgMBIgACEQEDEQH/xAAfAAABBQEBAQEBAQAAAAAAAAAAAQIDBAUGBwgJCgv/xAC1EAACAQMDAgQDBQUEBAAAAX0BAgMABBEFEiExQQYTUWEHInEUMoGRoQgjQrHBFVLR8CQzYnKCCQoWFxgZGiUmJygpKjQ1Njc4OTpDREVGR0hJSlNUVVZXWFlaY2RlZmdoaWpzdHV2d3h5eoOEhYaHiImKkpOUlZaXmJmaoqOkpaanqKmqsrO0tba3uLm6wsPExcbHyMnK0tPU1dbX2Nna4eLj5OXm5+jp6vHy8/T19vf4+fr/xAAfAQADAQEBAQEBAQEBAAAAAAAAAQIDBAUGBwgJCgv/xAC1EQACAQIEBAMEBwUEBAABAncAAQIDEQQFITEGEkFRB2FxEyIygQgUQpGhscEJIzNS8BVictEKFiQ04SXxFxgZGiYnKCkqNTY3ODk6Q0RFRkdISUpTVFVWV1hZWmNkZWZnaGlqc3R1dnd4eXqCg4SFhoeIiYqSk5SVlpeYmZqio6Slpqeoqaqys7S1tre4ubrCw8TFxsfIycrS09TV1tfY2dri4+Tl5ufo6ery8/T19vf4+fr/2wBDAAICAgICAgMCAgMFAwMDBQYFBQUFBggGBgYGBggKCAgICAgICgoKCgoKCgoMDAwMDAwODg4ODg8PDw8PDw8PDw//2wBDAQICAgQEBAcEBAcQCwkLEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBAQEBD/3QAEAAP/2gAMAwEAAhEDEQA/AP2U8D3Pxd8S+CvD/iO+1/Qo7nVdPtLuVY9FugivPEsjBQ2pkhQTxkk47ms7TfHeqavP4jg07x/4bm/4RB/L1ZxpVwIrNthciWU6iEBVVO/5jswQ2CMV87/AX44fCDQfBvhrWLn4ratq9jdaLYsmm3lkzW1vLJBGWeN47FJ8YGFR5WRcnA+7tv8AhD48+CNC+JnxH8XX+t6W2neJPsT6YIm1Np2ext/IC3KNpqrEHPJKPLt6YagD6R8J614y8c+HbLxZ4U8XaJqOk6khkt7hNEu1WRQxXID6gpxkHqK6L+zfin/0MOjf+Ca5/wDllXw14b+KfhrTf2ZLn4TyeMbDSfFn2O6tYbiwOqPb4nlZ8i5NhDNCzI7JvSJmjPzruIArzv4jQ/BLx1Z2kOj3+h+FUGh6tp0ltYxaoIorvVbu1YTxuthHu+zW8U0kR2Li5ZHCqUWRQDT8b/tU/tOeGvGmv+HLG/8AB8ltpWoXVpE0mgagXZIJWjUsRrIBYgc4AGewrl/+Gw/2pv8An88Gf+E/qP8A8uq/Hf43eKfAzfGjx82heJNBi00+INVNqk1jqDSrB9rk8sOTZsSwXGTk89z1ry//AISfw3/0M/h3/wAF+of/ACFQB//Z" width="34" height="12"><span lang="PT-BR">. </span>Assim, pode-se dizer que os resultados são confiáveis e consistentes, mantendo-se próximo do SGB.</p> 2021-04-07T15:24:04-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/53486 Metodologia Desenvolvida para o Posicionamento Geodésico de Zona Especial Aeroportuária: Estudo de Caso do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes - Gilberto Freyre 2021-04-10T14:50:16-03:00 Raimundo Nonato Camilo Neto c_neto26@hotmail.com Andréa de Seixas aseixas@ufpe.br <p>A Zona Especial do Aeroporto (ZEA) é uma região de diretrizes específicas que procura compatibilizar a legislação de uso e ocupação do solo municipal com as orientações referentes ao Plano de Proteção do Aeródromo regulamentado por legislação Federal. Com o crescimento e adensamento das edificações no entorno de Aeroportos se faz necessário um controle posicional e dimensional das obras visando atender as legislações em vigor. Este trabalho tem o objetivo de apresentar uma metodologia desenvolvida para o posicionamento geodésico de Zona Especial Aeroportuária usando como estudo de caso o Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes-Gilberto Freyre. Para a localização dos Vértices Virtuais dos cruzamentos das vias que compõem a poligonal da ZEA foram implantados pontos de referência empregando o método de posicionamento GNSS (Relativo Estático), definindo em seguida um Sistema Geodésico Local para a determinação de pontos-objeto delimitadores de meios-fios empregando o método de posicionamento GNSS/RTK e identificação dos eixos das vias e respectivas interseções. Ao final deste trabalho são determinados os Vértices Virtuais de um trecho da poligonal da ZEA com a análise qualitativa de gabarito e identificação de áreas de conflitos, indicando recomendações quanto aos critérios posicionais adequados à implantação de empreendimentos no entorno do Aeroporto. O posicionamento GNSS dos pontos de referência em módulo atingiu um desvio padrão na ordem ≤ 11mm, com erro de fechamento da rede dos triângulos formados com discrepância máxima na horizontal de 9mm e na vertical de 29mm. Os pontos-objeto determinados com GNSS/RTK alcançaram um desvio padrão em módulo na ordem ≤ 18 mm.</p> 2021-04-07T15:25:16-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/54437 Análise Temática e Conceitual de Mapas Geomorfológicos: A Transcrição Gráfica da Complexidade do Relevo 2021-04-10T14:50:16-03:00 Ricardo Michael Pinheiro Silveira ricardomichaelps@gmail.com Claudinei Taborda da Silveira claudineits@ufpr.br <p class="ResumoAbstract">As representações do relevo, transcritas pela cartografia geomorfológica, suscitam discussões historicamente pautadas pela complexidade multiescalar das feições e processos vinculados à modelagem da superfície. Sobretudo desde a década de 1950, considera-se que um mapa geomorfológico deve representar, de modo integrado, informações referentes à dimensão (morfometria), aspecto (morfografia), origem (morfogênese), processos atuantes (morfodinâmica) e a idade (morfocronologia) do relevo. No âmbito dos preceitos mencionados, este trabalho objetivou analisar mapas geomorfológicos de distintos recortes espaciais, escalas, datas e contextos de relevo sob a perspectiva teorética, que compreende conceitos e pressupostos da cartografia geomorfológica, e temática, que contempla a implantação gráfica e construção da legenda. Foram analisados 57 mapas geomorfológicos, categorizados em: mapeamentos nacionais, de regiões (recortes geográficos específicos) e de estados do Brasil. Adotou-se como critério de análise temática as variáveis visuais, no âmbito da semiologia gráfica, para cada aspecto geomorfológico elementar potencialmente mapeado: morfometria, morfografia, morfogênese, morfodinâmica e morfocronologia. Os resultados evidenciaram que os mapas nacionais possuem sofisticados sistemas de legenda, os mapas de regiões atendem demandas especializadas e os mapas estaduais priorizam o mapeamento de grandes unidades morfográficas. 56% dos mapas analisados representaram todos os aspectos geomorfológicos requeridos, ainda que alguns de modo implícito. Individualmente, a morfogênese (61,4%) e a morfografia (52,6%) foram os aspectos mais enfatizados nos mapas analisados. Conclui-se, por fim, que as concepções multiescalares têmporo-espaciais e teórico-metodológicas intrínsecas aos mapeamentos, além das características do relevo local, são fatores que dificultam padronizações e replicações de legendas.</p> 2021-04-07T15:27:56-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/54522 Análise Temporal de Ilhas de Calor Através da Temperatura de Superfície e do Índice de Vegetação em Recife-PE, Brasil 2021-04-10T14:50:15-03:00 Raquel Arcoverde Vila Nova raquel.vn10@gmail.com Rodrigo Mikosz Gonçalves rodrigo.mikosz@ufpe.br Fábio Vinícius Marley Santos Lima fabiomarley.edif@gmail.com <p>Entre os fatores antrópicos que atuam na alta vulnerabilidade para formação de ilhas de calor estão a relação com a densidade populacional e as mudanças no uso do solo. Neste estudo de caso destaca-se que a cidade do Recife possuí uma alta densidade populacional. O objetivo geral desta pesquisa é analisar as variações do índice de vegetação e a temperatura da superfície para identificar a influência dos mesmos na formação de ilhas de calor. Como materiais são utilizadas imagens multiespectrais temporais (<em>Landsat</em> 5-TM e <em>Landsat</em> 8-OLI) abrangendo os anos de 1989 a 2019. Os principais resultados encontrados são: (i) o ano de 2019 com temperaturas mais elevadas, chegando a regiões com 37°C; (ii) em 1989 os valores mais altos foram de 32°C; (iii) em termos de área, a cidade do Recife sofreu um crescimento de 34% para temperaturas acima de 33°C e obteve um decréscimo de 44% considerando temperaturas mais amenas; (iv) os valores da cobertura vegetal sofreram mudanças representativas como o crescimento de 15% no índice de solo exposto, e a redução de 18% do índice de vegetação média; (v) as correlações de <em>Spearman</em> indicam que existem uma forte relação inversamente proporcional entre os dois parâmetros avaliados (temperatura e índice de vegetação), com valores de -0,72 para 1989 e -0,59 para 2019. Por fim, foi possível detectar o processo de formação das ilhas de calor, bem como as ilhas de frescor, observando um aumento na temperatura superficial principalmente onde o processo de urbanização se intensificou no decorrer do tempo.</p> 2021-04-07T15:30:20-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/55439 Avaliação de Imagens Obtidas com o Sensor Micasense na Estimativa da Batimetria em Corpos D’água Opticamente Rasos 2021-04-10T14:50:14-03:00 Laura Coelho de Andrade laura.andrade@ufv.br Italo Oliveira Ferreira italo.ferreira@ufv.br Nilcilene das Graças Medeiros nilcilene.medeiros@ufv.br Victória Gibrim Teixeira victoria.gibrim@ufv.br Felipe Catão Mesquita Santos felipe.mesquita@ufv.br <p class="ResumoAbstract">O levantamento batimétrico é parte integrante do estudo da hidrografia e consequentemente dos corpos d’água existentes. Ultimamente, tem sido notória a disseminação da importância da preservação dos corpos hídricos existentes no planeta. Nesse âmbito, os levantamentos batimétricos são a peça chave para o cálculo do assoreamento ao longo dos anos, estimativa de volume, erosão nas bordas, cálculo dos sedimentos em suspensão, dentre outros. Esses estudos são realizados, usualmente, por meio de ecobatímetros, os quais utilizam da onda sonora para obtenção da profundidade. Todavia, os levantamentos com esses equipamentos são demorados e na maioria das vezes possuem um custo elevado. Dessa forma, com o avanço tecnológico, inúmeros trabalhos nessa área já foram feitos com dados de sensoriamento remoto, muitos utilizando imagens orbitais. Com o surgimento dos RPA’s (<em>Remotely Pilot Aircraft</em>), incontáveis benefícios para o mapeamento costeiro podem ser obtidos, principalmente no quesito agilidade. Diante do exposto, o presente estudo tem como objetivo principal a avaliação da estimativa da batimetria obtida com o sensor multiespectral Micasense vinculado a uma aeronave autônoma não tripulada. Os resultados encontrados mostraram que a metodologia descrita, em conjunto com o sensor escolhido, pode ser empregada em diversos estudos de cunho ambiental ou que objetivam a melhor gestão de recursos hídricos, sobretudo em águas límpidas. Todavia, deve-se existir alguns cuidados principalmente na execução do levantamento aerofotogramétrico, atentando-se para o fato de que diferentes locais irão conter diferentes taxas de componentes opticamente ativos e consequentemente resultados distintos.</p> 2021-04-07T15:33:54-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/56906 Morfologia Urbana no Distrito De Ipiabas, Município de Barra do Piraí - Rio De Janeiro 2021-04-10T14:50:14-03:00 Caio Flávio Martinez Fontoura Júnior caio.fontoura@unesp.br Edmur Azevedo Pugliesi edmur.pugliesi@unesp.br Vilma Mayumi Tachibana vilma.tachibana@unesp.br <p class="ResumoAbstract">O processo de expansão urbana tem resultado em aglomerados populacionais desordenados, o que causa problemas para a administração municipal. A fim de mitigar este tipo de problema, uma das maneiras de reorganizar o território está no conceito de policentrismo. Nesse conceito, há duas abordagens que analisam esses problemas e que buscam soluções para eles, a funcional e a morfológica. No que diz respeito à análise pela abordagem morfológica, o este trabalho de pesquisa objetivou a realização de análises que envolve renda, demografia e relevo, fatores que possam influenciar a estrutura da forma urbana do distrito de Ipiabas, um possível subcentro localizado no munícipio de Barra do Piraí, Rio de Janeiro. Para compreender a forma do distrito, as análises consistiram em: interpolar a localização das possíveis residências, representar a renda média per capta e a densidade demográfica, bem como modelar uma superfície que mostra classes de declividade. Os resultados mostram que a característica da forma urbana do distrito de Ipiabas está relacionada a topografia e que há predominância de assentamentos populacionais entre as encostas.</p> 2021-04-07T15:37:48-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/56943 Mapeamento participativo aplicado à Estratégia de Saúde da Família: a experiência em Santo Amaro - BA 2021-04-10T14:50:13-03:00 Isabel Cristina Moraes bel.moraes.geo@gmail.com Shanti Nitya Marengo shantimarengo@hotmail.com Gustavo Luís Schacht gustavo.geografo@hotmail.com Débora Santos Passos deborapassos00@gmail.com <p>O acesso a geolocalização em smartphones e tablets tem apontado seu uso potencial no levantamento de dados georreferenciados e como ferramenta de mapeamento replicável por usuários não-especialistas. O objetivo deste artigo é apresentar a experiência do mapeamento participativo dos territórios de ação das equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) do município de Santo Amaro (BA) com recursos de GPS/GNSS (Global Positioning System/Global Navigation Satellite System) e imagem de satélite do Google Earth, no aplicativo Map Marker. Neste trabalho, são apresentados os aspectos da percepção e transcrição dos elementos espaciais no processo de digitalização e atualização cartográfica destes territórios. &nbsp;Foram realizadas oficinas nas 17 unidades básicas de saúde (UBS) a fim de cartografar os territórios de atuação – microáreas - dos 104 Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Das 17 UBS, 10 apresentavam algum produto cartográfico. Esses produtos pré-existentes contribuíram para a correspondência espacial entre o território e as imagens de satélite. A identificação das microáreas foi satisfatória, porém, o maior desafio foi a vetorização das poligonais. Apesar disso, em cada equipe houve ao menos um profissional que se destacou e foi capaz de reproduzir a metodologia sem um mediador. O uso das tecnologias geoespaciais aplicadas ao mapeamento em saúde mostrou-se viável para a área de estudo, e reforça a importância do treinamento para a autonomia dos atores sociais e a democratização desses recursos nas estratégias em saúde pública. A obtenção destas bases cartográficas deve subsidiar à espacialização de doenças registradas na atenção básica bem como à gestão de saúde do município.</p> 2021-04-07T15:40:04-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/58105 O Efeito das Covariâncias entre os Componentes de Linha Base sobre a Confiabilidade de Redes GNSS: Resultados para uma Rede com Alta Redundância 2021-04-10T14:50:12-03:00 Maria Luísa Silva Bonimani malubonimani@hotmail.com Vinicius Francisco Rofatto vfrofatto@gmail.com Marcelo Tomio Matsuoka tomiomatsuoka@gmail.com Ivandro Klein ivandroklein@gmail.com Mauricio Roberto Veronez veronez@unisinos.br Luiz Gonzaga da Silveira Jr lgonzagajr@gmail.com <p>A mais recente versão da teoria da confiabilidade tem sido utilizada para descrever a capacidade de um sistema de medição em detectar, identificar e remover<em> outliers</em> a um certo nível de probabilidade. Entretanto, as aplicações desta teoria têm sido direcionadas para redes simuladas de nivelamento. Aqui, por outro lado, aplicamos a teoria no contexto de redes baseadas nos sistemas de posicionamento por satélites GNSS (<em>Global Navigation Satellite System</em>), a partir de dados reais coletados em campo. Testamos se as covariâncias entre as componentes da linha base têm efeito sobre a confiabilidade. Verificamos que as covariâncias entre as componentes da linha base aumentam a taxa de sucesso na identificação de <em>outlier</em> e, portanto, aumentam a confiabilidade da rede. O menor <em>outlier</em> identificável – ao nível de 80% de correta identificação – teve uma redução média de ~30% para as componentes ΔX e ΔY, e ~14% para ΔZ em comparação ao cenário com covariâncias nulas. O aumento do nível de significância melhora a confiabilidade em ambos os cenários (covariâncias nulas e não-nulas) na mesma proporção. Porém, para altos níveis de significância (α &gt; 0,1) e sistemas com boa redundância <em>(ri</em> &gt; 0,5), a confiabilidade para um modelo estocástico com covariâncias nulas se aproxima do caso em que as covariâncias não são nulas. Na ausência de um modelo estocástico mais realista (covariâncias não-nulas) e para sistemas com boa redundância local <em>(ri</em> &gt; 0,5), deve-optar por regiões críticas maiores ( k &lt; 2,8).</p> 2021-04-07T15:45:11-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/55033 Estimativa da Umidade do Solo por Refletometria GNSS: uma Revisão Conceitual 2021-04-10T14:50:22-03:00 Jorge Felipe Euriques jorge_euriques@yahoo.com.br Claudia Pereira Krueger cpkrueger64@gmail.com Wagner Carrupt Machado wagnercarrupt@ufu.br Luiz Fernando Sapucci luiz.sapucci@inpe.br Felipe Geremia Nievinski fgnievinski@gmail.com <p class="ResumoAbstract">O monitoramento da umidade do solo possibilita o manejo e uso eficiente de recursos hídricos, sendo uma atividade importante em diversas áreas, tais como: no monitoramento de áreas de risco; delimitação de áreas suscetíveis a enchentes; atividades da geotecnia; e na agricultura. A Refletometria GNSS (GNSS-R) é um desenvolvimento científico e tecnológico que permite realizar sensoriamento remoto ou proximal, a depender da altura da antena em relação à superfície, com satélites de navegação. Neste método, explora-se os sinais GNSS que chegam à antena receptora de maneira direta e indireta, após reflexão nas superfícies existentes no entorno da antena. A combinação destes dois sinais ocasiona o efeito de multicaminho, que afeta as observáveis GNSS e deteriora o posicionamento. Por outro lado, ao interagir com estas superfícies, o sinal indireto permite estimar atributos acerca das superfícies, como por exemplo a umidade do solo. Uma das principais vantagens em relação aos métodos convencionais reside no fato do GNSS-R proporcionar uma área de abrangência intermediária e o uso da estrutura bem estabelecida dos satélites GNSS, que garantem resolução temporal apropriada. O escopo deste trabalho é apresentar uma revisão conceitual acerca do GNSS-R aplicado no monitoramento da umidade do solo.</p> 2021-04-06T16:35:59-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/56597 Monitoramento Fitossanitário Utilizando Sensoriamento Remoto: Avanços e Desafios 2021-04-10T14:50:19-03:00 Pedro Paulo da Silva Barros pedropaulo76@gmail.com David Luciano Rosalen david.rosalen@unesp.br Fernando Henrique Iost Filho fernandohiost@usp.br George Deroco Martins deroco@ufu.br Néstor Di Leo nestordileo@yahoo.com.ar <p class="ResumoAbstract"><span class="ResumoAbstractChar">Problemas fitossanitários, como doenças, pragas e plantas daninhas, que competem com as plantas cultivadas por recursos e, consequentemente, prejudicam seu pleno desenvolvimento, são responsáveis por perdas significativas no setor agrícola, ano após ano. Portanto, conhecer o status sanitário da lavoura é um fator crucial no planejamento de ações de manejo, além de embasar políticas públicas de investimento e de proteção, a serem adotadas, com o objetivo de prevenir perdas produtivas e de assegurar a segurança alimentar da nação. Quando expostas a esses problemas, as plantas ativam respostas de defesa, cujos mecanismos moleculares são muito complexos. Nos estágios iniciais de um ataque de pragas ou de uma doença, embora os sintomas ainda não sejam visíveis no dossel, as plantas reagem com diferentes mecanismos fisiológicos, tais como a redução da taxa de fotossíntese, que induz a um aumento da fluorescência e da emissão de calor. Dessa forma, plantas estressadas produzem uma assinatura espectral que difere da assinatura de uma planta saudável. Dentro do Sensoriamento Remoto, inúmeras pesquisas têm estudado a relação entre diferentes problemas fitossanitários com a resposta espectral registrada em sensores multi ou hiperespectrais (sejam imageadores ou não imageadores, ativos ou passivos e embarcados em plataformas terrestres, aéreas ou orbitais). Nesse contexto, o objetivo desta revisão é descrever o estado da arte da tecnologia de Sensoriamento Remoto aplicada a aspectos fitossanitários de lavouras, nos níveis de coleta de dados terrestre, aéreo e orbital, envolvendo diferentes modalidades de sensores.</span></p> 2021-04-06T22:21:54-03:00 Copyright (c) 2021 http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/57862 Por uma Estruturação Sistêmica e de Abrangência Nacional para o Cadastro Territorial Brasileiro 2021-04-10T14:50:12-03:00 Suzana Daniela Rocha Santos e Silva suzanadrs@hotmail.com Artur Caldas Brandão acaldas@ufba.br Andrea Flávia Tenório Carneiro andreaftenorio@gmail.com Alzir Felippe Buffara Antunes bralzir@gmail.com <p>Este artigo tem como objetivo discutir e apresentar uma proposta de gestão sistêmica para a administração do sistema cadastral brasileiro a nível nacional, envolvendo os aspectos relacionados à estrutura organizacional, compartilhamento de responsabilidades na perspectiva administrativa, questões técnicas e legais. Foram apresentados os principais documentos elaborados durante as conferências internacionais da ONU, bem como trabalhos científicos fortalecendo a necessidade e importância da consolidação de estruturas nacionais e a descrição da estrutura organizacional do cadastro de alguns países. Buscou-se também apresentar uma visão do cadastro brasileiro, apresentando a história e estrutura organizacional do cadastro urbano e rural, e uma visão sobre a governança de terras para o Brasil. A proposta para estruturação sistêmica para o cadastro brasileiro teve foco principalmente na lacuna dos cadastros urbanos municipais, bem como nas respectivas validações desses cadastros e de outros cadastros territoriais temáticos produzidos no Brasil, sem rigor técnico. A proposta apresentada passa pelo estabelecimento de um Sistema Nacional de Cadastro Territorial (SNCT) e sua estrutura operacional, bem como pela criação de um Serviço Nacional de Certificação para o Cadastro Territorial (SNCCT), integrados e articulados com estruturas já existentes - o Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (SINTER) e o Comitê Nacional de Certificação e Credenciamento (CNCC/INCRA/SIGEF). A proposta, portanto, está aderente às tendências internacionais de desenvolvimento de sistemas cadastrais com base em iniciativas e estruturas existentes, aproveitando as expertises e capacidade tecnológica e gerencial produzida.&nbsp;</p> 2021-04-07T15:48:00-03:00 Copyright (c) 2021