Olhar e não ser vista

considerações sob/sobre o in-visível

Palavras-chave: Espelho, in-visibilidade, fronteira, escrita

Resumo

A partir de uma proposição - não ver a própria imagem -, este artigo é um escrito sobre uma experiência de autoinvisibilidade e seus desdobramentos. Além de relatar sobre este período de desvio de olhares (de espelhos / imagens) e uma possível relação dessa ação com o modo de escrever, traz reflexões e intersecções com textos e trabalhos artísticos de autores que tratam sobre questões como a invisibilidade e a fronteira.

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Biografia do Autor

Carolina Moraes, Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC) - Florianópolis SC Brasil

Carolina Ferreira de Sá Moraes é jornalista e pesquisadora, atualmente faz mestrado no Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), na linha de Processos Artísticos Contemporâneos. Sua pesquisa se desenvolve a partir de um trabalho artístico intitulado 'eu não sou vista', uma frase/proposição/intervenção, em que são utilizados procedimentos ficcionais que descrevem e sinalizam estados de in-visibilidades e apagamentos - discursivos e afetivos.

 

 

Publicado
2020-07-27
Como Citar
Moraes, C. (2020). Olhar e não ser vista. OuvirOUver, 16(1), 98-109. https://doi.org/10.14393/OUV-v16n1a2020-50926
Seção
Dossiê Geografias sensíveis: paisagens, territórios, fronteiras