A escultura cinética de Mary Vieira e a conexão entre arte e tecnologia

  • Almerinda da Silva Lopes Universidade Federal do Espírito Santo
Palavras-chave: Arte cinética, arte e tecnologia, Mary Vieira, interatividade

Resumo

Este artigo analisa a obra cinética de Mary Vieira que, na década de 1940, antes de se transferir definitivamente para a Europa, construiu em Minas Gerais as primeiras obras dotadas de movimento. Tornava-se pioneira no Brasil e no mundo neste gênero de escultura, concretizando assim uma antiga aspiração: retirar a arte de sua tradicional imobilidade. Nesse sentido, reflete-se, também, sobre alguns investimentos e premissas anteriores, que contaminaram e impulsionaram essa e outros artistas a empreender pesquisas que iriam revolucionar a arte do século passado. ABSTRACT This article analyses the kinetic works of Mary Vieira that, in de 1940´s decade, prior to her definitive moving to Europe, built in Minas Gerais the first gifted works of movement. It became pioneer in Brazil and around the world as this kind of sculpture, coming true an ancient aspiration: taking from the art its traditional immobility. In that sense, it reflects upon some investments and previous assumptions that infected and boosted this and other artists to undertake researchs that revolutionized the art from the last century. KEYWORDS Kinetic art, art and technologgy, Mary Vieira, interactivity.

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Biografia do Autor

Almerinda da Silva Lopes, Universidade Federal do Espírito Santo
Doutora em Artes Visuais pelo Programa de Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professora e Pesquisadora de Teoria, Crítica e História da Arte do Programa de Pós Graduação em Artes da Universidade Federal do Espírito Santo. Bolsista de Produtividade do CNPq, curadora independente, autora de livros e outras publicações na área, com foco da investigação na arte moderna e contemporânea.
Publicado
2015-10-29
Como Citar
Lopes, A. da S. (2015). A escultura cinética de Mary Vieira e a conexão entre arte e tecnologia. OuvirOUver, 10(1), 78-94. https://doi.org/10.14393/OUV13-v10n1a2014-5