Caderno Espaço Feminino
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<p><strong>CADERNO ESPAÇO FEMININO</strong> é uma publicação do Núcleo de Estudos de Gênero, do Instituto de História (INHIS) da Universidade Federal de Uberlândia.</p>Universidade Federal de Uberlândiapt-BRCaderno Espaço Feminino1516-9286Estudos de Gênero e Emoções
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<p>A revista Caderno Espaço Feminino apresenta o dossiê temático “Estudos de Gênero e Emoções”. Composto por onze artigos, esta coletânea cumpriu seu intuito de reunir reflexões oriundas de áreas diversificadas do conhecimento. Isso revela a relevância que o tema das emoções, aqui em articulação com os estudos de gênero, vem progressivamente adquirindo. Por levar em conta este caráter multidisciplinar que marca os estudos sobre as emoções, assim como também marca próprios estudos de gênero, o mosaico que oferecemos é composto por perspectivas que consideram as áreas das ciências sociais, a psicologia social, as artes visuais e a literatura. São resultados de reflexões e pesquisas teóricas e/ou empíricas que abordam as emoções como categoria de análise.</p>Márcio Ferreira de SouzaDalila CerejoManuel Lisboa
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2020-12-302020-12-3033211210.14393/CEF-v33n2-2020-1"Eu não queria errar”
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<p>Este artigo examina os sentimentos expressos em narrativas de cesárea na internet, em particular a culpa que levanta a questão da responsabilidade pela cirurgia. Através desta análise, discute-se as articulações entre concepções de corpo, subjetividade, maternidade e valores morais.</p>Claudia Barcellos Rezende
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2021-01-102021-01-10332133510.14393/CEF-v33n2-2020-2Pensando emoções
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<p>Este artigo busca refletir sobre emoções, gênero e o fazer do Estado. Através de perspectivas antropológicas, trata sobre movimentos sociais atrelados a posicionamentos morais e trabalhos emocionais. A análise é feita através de uma etnografia da mobilização de mães na efetivação de direitos e espaços inclusivos para pessoas com autismo.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Movimentos Sociais. Mães. Emoções.</p>Bianca Retes Carvalho
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2021-01-102021-01-10332365510.14393/CEF-v33n2-2020-3Bissexualidade e emoções
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<p>O presente trabalho propõe uma reflexão sobre as especificidades das gramáticas morais e emocionais que acompanham os processos parciais de controle e exposição da informação de si, relativa à orientação e/ou identidade sexual de pessoas que se identificam como bissexuais. Situa-se na interface entre a abordagem construtivista da sexualidade, a antropologia das emoções e a sociologia interacionista. A análise versa sobre considerações acerca do “armário” no âmbito da bissexualidade, no que tange à difusão ou invisibilidade da identidade bissexual.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Bissexualidade. “Armário”. Identidade. Emoções. Invisibilidade.</p>Diego Sousa Schiavo Calmon
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2021-01-102021-01-10332568010.14393/CEF-v33n2-2020-4Neoliberalismo e as recodificações do desejo em favor do trabalho pós-fordista
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<p>O objetivo desse artigo é realizar uma análise teórico-filosófica a respeito da localização do discurso do amor ao trabalho dentro das sociedades capitalistas atuais. Iremos refletir sobre como as relações trabalhador-trabalho foram ressignificadas ao longo da história e transformadas em algo que alimenta as próprias engrenagens capitalistas em sua fase pós-industrial marcada pelos valores do neoliberalismo.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong><strong>: </strong>Trabalho Flexível. Neoliberalismo. Empreendedorismo de Si.</p>Breilla Zanon
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2021-01-102021-01-103328110610.14393/CEF-v33n2-2020-5Dispositivos de subjetivação e sofrimento das mulheres
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<p>O sofrimento amoroso é recorrente na clínica psicoterápica com mulheres. Por meio dos estudos de gênero e das noções de dispositivos amoroso e materno, este artigo apresenta três casos clínicos de mulheres, analisando suas vivências amorosas e a vulnerabilidade constituída por processos de subjetivação gendrados. Destaca-se que essa perspectiva provê importante ferramenta teórica e possibilita afinar a escuta clínica e qualificar as intervenções.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong><strong>: </strong>Gênero. Saúde Mental. Psicoterapia. Amor. Sofrimento.</p>Lavínia PalmaIara Flor RichwinValeska Zanello
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2021-01-102021-01-1033210713010.14393/CEF-v33n2-2020-6“A gente com dor tudo perde”
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<p>Aborda-se a experiência de ‘dor crônica’ de mulheres moradoras de dois bairros periféricos de Novo Hamburgo/RS, através de pesquisa qualitativa, baseada em entrevistas biográficas. Analisam-se as corporificações marcadas por violências estruturais e por processos de farmacologização da dor, que acabam apagando as experiências de sofrimento social dessas mulheres.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Dor. Mulheres. Sofrimento Social. Farmacologização.</p>Patricia MartinsLaura Cecilia López
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2021-01-102021-01-1033213115810.14393/CEF-v33n2-2020-7Avaliação dos níveis de autoestima de mulheres em privação de liberdade
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<p>Este artigo teve por objetivo mensurar os fatores associados aos níveis de autoestima em mulheres em privação de liberdade. Identificou que as mulheres estudadas apresentam em sua maioria, níveis elevados de autoestima. Os principais fatores foram: a prática de alguma religião, receber visitas dos filhos, ter cuidados pessoais, ser vaidosa, se considerar bonita e estar satisfeita com o próprio corpo.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Autoestima. Privação de liberdade. Saúde mental.</p>Patrícia Pinheiro CabralPaula Santana MarraCecília Amorim de Santana MotaJuliana Chaves de MendonçaAntonio Márcio Teodoro Cordeiro SilvaRogério José de Almeida
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2021-01-102021-01-1033215917210.14393/CEF-v33n2-2020-8Definindo meninas e meninos
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<p>A pesquisa analisa as concepções de pais, mães e educadoras de crianças de 24 e 36 meses de idade da cidade de João Pessoa-PB, sobre o que é ser menina e ser menino, identificando o lugar que a afetividade ocupa nessas definições. Utilizou-se a análise de conteúdo.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Afeto. Gênero. Primeira Infância.</p>Dalila Castelliano de VasconcelosLucivanda Cavalcante BorgesNádia Maria Ribeiro Salomão
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2021-01-102021-01-1033217319910.14393/CEF-v33n2-2020-9Paixões da alma e estudo das expressões através das figuras femininas de Georgina de Albuquerque
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<p>A produção de Georgina de Albuquerque revela o interesse da pintora paulista pela representação do feminino. Destacam-se obras onde a manifestação das emoções e sentimentalidade exteriorizadas a partir da fisionomia e postura corporal. O presente trabalho objetiva apresentar parte dessa produção refletindo sobre o contexto de valorização das expressões na prática artística brasileira.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Expressões. Representação Feminina. Retratos. Entresséculos XIX e XX. Georgina de Albuquerque.</p>Caroline Farias AlvesMaraliz Christo
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2021-01-102021-01-1033220022310.14393/CEF-v33n2-2020-10Triste, solitária, louca, antipática, má ou feminista
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<p>Este trabalho tem por objetivo analisar a tônica do feminismo, seus entraves, suas nuances e suas implicações práticas, com base no conto “Progressões de Balcão”, de Clara Averbuck, especialmente sobre a perspectiva do hibridismo da literatura contemporânea, dos estudos de sociedade, e suas intersecções com fatores emocionais femininos.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Literatura. Hibridismo. Feminismo. Emoções.</p>ANTONIO ISMAEL LOPES DE SOUSAANA CRISTINA TEIXEIRA DE BRITO CARVALHOLILIAN CASTELO BRANCO DE LIMAGISÉLIA BRITO DOS SANTOS
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2021-01-102021-01-1033222424510.14393/CEF-v33n2-2020-11Mulheres negras na contramão do afeto
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<p>Este artigo analisa os impactos do entrecruzamento dos marcadores sociais de raça e gênero nas experiências afeto-subjetivas de mulheres negras do interior da Bahia, a partir das narrativas coletadas em entrevistas para a produção do livro-reportagem <em>Na Contramão do Afeto: histórias e trajetórias afetivas de mulheres negras.</em></p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Mulheres Negras. Afetividade. Interseccionalidade.</p>Luana Franciele Miranda Souza
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2021-01-102021-01-1033224626610.14393/CEF-v33n2-2020-12Mulheres negras ocupando espaços por meio de narrativas e “escrevivências”
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<p>O presente trabalho apresenta reflexões sobre a importância de ampliar o debate interseccional a favor da construção de narrativas descoloniais. Nosso objetivo é evidenciar como a metodologia da <em>escrevivência</em> pode corroborar o processo emancipação de mulheres negras na sociedade como <em>sujeito</em>.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Interseccionalidade. Escrevivência. Mulheres negras.</p>Mariana Alves de SousaMaria Valéria Barbosa
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2020-12-302020-12-3033226728510.14393/CEF-v33n2-2020-13A insurgência de experiências emocionais e sentimentais na narrativa de Conceição Evaristo
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<p>Esse artigo busca analisar as estruturas sentimentais e emocionais em quatro contos de Conceição Evaristo. Observamos que a maior parte destes são desencadeados de relações de gênero, racismo e pobreza. A autora revela a amplitude do horizonte humano, ao tematizar personagens que foram excluídas do mundo das letras, ou retratadas de forma pejorativa.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Conceição Evaristo. Emoções. Sentimentos. Gênero. Relações Raciais.</p>Elisângela da Silva SantosRenata de Mello Mamede
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2021-01-102021-01-1033228631810.14393/CEF-v33n2-2020-14Quando as Mulheres Amam
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<p>Esse trabalho objetiva analisar criticamente a produção discursiva de duas escritoras nordestinas, a saber: Rachel de Queiroz e Heleusa Câmara. Especificamente, busca-se averiguar como três personagens femininas em obras dessas autoras lidam com o amor romântico, se alguma delas o rejeita, critica, ou o tem como objetivo de vida.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Amor romântico. Gênero. Literatura de Autoria Feminina.</p>Gabriela Machado SilveiraAdriana Maria de Abreu Barbosa
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2021-01-102021-01-1033231934310.14393/CEF-v33n2-2020-15Marcas do cárcere
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<p>Este artigo versa sobre a reinserção social de mulheres que tiveram a experiência do encarceramento. Buscou-se verificar quais as perspectivas que o mercado de trabalho apresentou a elas. A metodologia utilizada consistiu em trabalho de campo e entrevistas semi- diretivas com quatro ex-detentas na cidade de Várzea Grande- MT. Conforme resultados obtidos, percebeu-se a presença de um estigma que estas mulheres sofrem, fato que dificulta suas reinserções no mercado de trabalho.</p> <p><strong>PALAVRAS CHAVE</strong>: Mulheres. Encarceramento. Estigma. Trabalho.</p>Abenizia Auxiliadora BarrosSilvana Maria Bitencourt
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2021-01-102021-01-1033234537310.14393/CEF-v33n2-2020-16Simone de Beauvoir, de Zaza ao feminismo
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<p>“Se estou com lágrimas nos olhos esta noite, é porque você morreu ou é porque eu estou viva?<a href="applewebdata://1BDFCF7C-9CF0-472E-9740-0F3C7FFE7309#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>”. Assim começa o livro inédito de Simone de Beauvoir, <em>Les inséparables (As inseparáveis)</em>, redigido em 1954 mas publicado pela primeira vez em outubro de 2020, na França, pela sua filha adotiva, Sylvie Le Bon de Beauvoir. Nesse romance biográfico, a filósofa volta entre nós no tempo ao narrar sua longa e profunda amizade com Elisabeth Lecoin, “Zaza”, um dos encontros que mais marcaram sua juventude.</p> <p> </p> <p> </p>Annabelle Bonnet
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2021-01-102021-01-1033237438010.14393/CEF-v33n2-2020-17Reprodução social e luta feminista
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<p>Resenha <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Century Schoolbook, Century, serif;"><span style="font-size: medium;"><span lang="pt-BR"><em>O Ponto Zero da Revolução</em>, Silvia Federici (2019). </span></span></span></span></p>Maria Florencia Guarche Ribeiro
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2021-01-102021-01-1033238138710.14393/CEF-v33n2-2020-18