A PRODUÇÃO DO ESPAÇO SOB A ÉGIDE DO HIGIENISMO: O ESPAÇO VIVIDO, CONCEBIDO E PERCEBIDO NA JUIZ DE FORA DO FINAL DO SÉCULO XIX

  • Yuri Amaral Barbosa Universidade Federal de Juiz de Fora
Palavras-chave: espaço concebido, espaço vivido, espaço percebido, higienismo, Juiz de Fora

Resumo

Este trabalho busca analisar a produção do espaço urbano de Juiz de Fora sob a tensão entre o espaço concebido, o espaço vivido e o espaço percebido na última década do século XIX. Neste período, notabilizou-se a difusão e a institucionalização dos ideais higienistas, cujo cerne de ação concentrava-se no saneamento do espaço urbano e na coerção de hábitos indesejáveis da população. Esta, por sua vez, resistia a seu modo a tais imposições, perpetuando sua vida cotidiana e seu modus vivendi, alheia às normas comportamentais estabelecidas pela ideologia dominante. Buscamos, assim, por meio do método Lefebvriano, analisar tal conjuntura e captar o produto espacial resultante destas relações contraditórias.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Yuri Amaral Barbosa, Universidade Federal de Juiz de Fora
Mestrando em Geografia pela Universidade Federal de Juiz de Fora, com pesquisa focada na área de Geografia Histórica.
Publicado
2016-08-12
Como Citar
BARBOSA, Y. A. A PRODUÇÃO DO ESPAÇO SOB A ÉGIDE DO HIGIENISMO: O ESPAÇO VIVIDO, CONCEBIDO E PERCEBIDO NA JUIZ DE FORA DO FINAL DO SÉCULO XIX. Hygeia - Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, v. 12, n. 22, p. 50 - 61, 12 ago. 2016.
Seção
Artigos