A influência do clima urbano na proliferação do mosquito Aedes aegypti em Jataí (GO), na perspectiva da Geografia Médica

  • Jeziel Souza Silva Mestrando em Agroecologia e Desenvolvimento Rural - UFSC
  • Zilda de Fátima Mariano Universidade Federal de Goiás, Campus Avançado de Jatai - Coordenação de Ge
  • Irací Scopel Universidade Federal de Goiás, Campus Avançado de Jatai - Coordenação de Ge

Resumo

A influência climática sobre o homem pode ser tanto de maneira maléfica quanto benéfica. Quando de maneira maléfica ela manifesta através de doenças, epidemias e endemias humanas. Desta forma, é de fundamental importância para a sociedade moderna entender a influência e as correlações entre os elementos do clima e seus efeitos sobre a saúde humana. Uma das formas de entender esta relação é através das doenças tropicais, como a dengue, que há muito se tornou um problema de saúde pública em todo o mundo. O clima tem uma importância substancial na dispersão de alguns vetores que em condições sócio-ambientais ideais, é otimizada, causando epidemias como a dengue. Esta doença vem a muitos anos se adaptando ao meio urbano, aumentando o número de casos nos centro urbanos. Não diferente das outras cidades brasileiras, Jataí vem registrando diariamente vários casos de dengue. Porém o ano de 2005 a cidade de Jataí sofreu uma epidemia desta doença, com o registro de 289 casos. Este trabalho foi empreendido para avaliar a distribuição geográfica da dengue em Jataí e sua relação com a precipitação, nos anos de 2004 e 2005, com base nos dados obtidos junto a Estação Meteorológica de Jataí, Laboratório de Climatologia do Campus da UFG de Jataí e na análise de casos confirmados de dengue obtidos. Palavras-chave: saneamento, geografia da médica, dengue, clima, saúde pública.

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Publicado
2008-01-08
Como Citar
SILVA, J. S.; MARIANO, Z. DE F.; SCOPEL, I. A influência do clima urbano na proliferação do mosquito Aedes aegypti em Jataí (GO), na perspectiva da Geografia Médica. Hygeia - Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, v. 3, n. 5, 8 jan. 2008.
Seção
Artigos