Domínios de Lingu@gem
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<p><strong>A Domínios de Lingu@gem é uma revista eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos (UFU) dedicada aos temas da Linguística Teórica e Aplicada, com publicação trimestral. Os números do primeiro e terceiro trimestre são atemáticos, os do segundo e quarto, temáticos.</strong></p> <p> </p> <p>ATENÇÃO! A DOMÍNIOS DE LINGU@GEM ACEITA SUBMISSÕES EM FLUXO CONTÍNUO PARA NÚMEROS ATEMÁTICOS. ESTAMOS RECEBENDO, AGORA, OS ARTIGOS PARA OS NÚMEROS DE 2022.</p>EDUFUpt-BRDomínios de Lingu@gem1980-5799<p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos da licença Creative Commons</p> <p><a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt_BR" target="_blank" rel="noopener">CC BY-NC-ND 4.0</a>: o artigo pode ser copiado e redistribuído em qualquer suporte ou formato; os créditos devem ser dados ao autor original e mudanças no texto devem ser indicadas; o artigo não pode ser usado para fins comerciais; caso o artigo seja remixado, transformado ou algo novo for criado a partir dele, o mesmo não pode ser distribuído.</p> <p>Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p>Expediente
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2020-12-292020-12-2915116Edição completa
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2020-12-292020-12-291511257Entre a modificação e a quantificação
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<p>O objetivo deste artigo é explicar o comportamento de adjetivos que estão funcionando ora como um modificador ora como um determinante no Português Brasileiro (PB). Ao desempenhar o papel de um determinante, selecionam pluralidades, exibindo informações de quantidade (‘Diferentes comidas foram preparadas para o jantar.’/ *‘Diferente comida foi preparada para o jantar.’). Nesse caso, a marcação plural é fundamental para a gramaticalidade da sentença. Contudo, o mesmo adjetivo (p.ex. ‘diferente’), ao se comportar como um modificador, pode aparecer na sua forma singular de maneira que não traga nenhum problema quanto a sua aceitação (‘A cozinheira iniciou o dia fazendo uma diferente comida para o jantar.’). A proposta que será defendida é a de que esses adjetivos são um subgrupo da classe dos adjetivos de grau relativo (AGRs) (KENNEDY; MCNALLY, 2005). Defenderemos que a classe dos AGRs possui sintaxe e semântica especiais, capazes de explicar o licenciamento de alguns deles como um determinante plural. Também explicaremos por que nem todo AGR pode funcionar como determinante: há um tipo especial de comparação requerido para que um adjetivo se torne um adjetivo quantificacional (Q-Adjetivo).</p>Ana Paula Quadros GomesTatiane Gonçalves Sudré
Copyright (c) 2020 Ana Paula Quadros Gomes, Tatiane Gonçalves Sudré
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2020-04-172020-04-1715174010.14393/DL45-v15n1a2021-1O uso de folksonomias na campanha de Jair Bolsonaro no YouTube
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<p>Este trabalho tem como objetivo analisar as <em>hashtags</em> e as <em>tags</em> ocultas inseridas nos vídeos de Jair Bolsonaro no YouTube publicados durante o período de campanha do primeiro turno das eleições presidenciais brasileiras de 2018, com base em teorias sobre internet e campanhas eleitorais, YouTube, folksonomias e tipos de campanha eleitoral. A pesquisa se caracteriza como documental, de métodos mistos e assistida por computador. As análises demonstram que as <em>hashtags</em> praticamente não foram mobilizadas pela campanha de Bolsonaro no YouTube, mas as <em>tags</em> ocultas, visíveis apenas no código HTML, foram amplamente utilizadas. Entre essas <em>tags</em>, destacaram-se as que fazem referência a pessoas, partidos políticos e pautas políticas.</p>Elis Nazar Nunes Siqueira
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2020-04-172020-04-17151417510.14393/DL45-v15n1a2021-2O estudo de fraseologismos na tradução
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<p>Este artigo propõe uma discussão acerca de uma atividade didática desenvolvida por meio da abordagem teórico-metodológica da Fraseologia e dos Estudos da Tradução Baseados em <em>Corpus</em> que visa ser aplicada em uma sala de aula composta por aprendizes de Tradução. O objetivo é que os alunos possam conscientizar-se da interface entre essas duas áreas de estudos linguísticos que se conectam. Nesse sentido, os alunos devem usar o <em>corpus</em> de referência <em>iWeb®</em>, a fim de identificar o aspecto metafórico de determinados fraseologismos, para que possam aplicar os conhecimentos em sua prática tradutória. Para isso, o artigo se apoia nos Estudos da Tradução baseado em Corpora, (BAKER, 1993, 1996; BOWKER, 1998; BOWKER; PEARSON, 2002; TAGNIN, 2015; BERBER SARDINHA, 2002; ZANETTIN, BERNARDINI; STEWART, 2003 2002, 2011) e também na Fraseologia (BEVILACQUA, 2005; ROCHA; ORENHA-OTTAIANO; AMADEU-SABINO, 2018), entre outros autores que também contribuíram para a fundamentação deste trabalho.</p>Luana Aparecida Nazzi LaranjaMilena de Paula MolinariAdriane Orenha Ottaiano
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2020-04-242020-04-241517610010.14393/DL45-v15n1a2021-3Programas Sociais
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<p>O presente artigo teve por finalidade analisar as nomeações de Programas Sociais realizadas por meio de formações nominais (FN), a fim de verificar como tais formações se constituem interna e externamente e, uma vez constituídas, em qual(is) domínio(s) discursivo(s) elas se ancoram, ou seja, quais traços histórico-sociais atuam na enunciação dessas formas. Para tanto, nosso trabalho ancorou-se nos pressupostos teóricos estabelecidos pela Semântica da Enunciação. Nessa direção, tomamos como objeto específico de análise as nomeações dos Programas <em>Amigos da Escola</em>; <em>Bolsa Família</em>; <em>Ciência sem Fronteiras</em>; <em>Fome Zero </em>e <em>Minha Casa, Minha Vida</em>. De posse dessas FNs, analisamos como se manifesta o processo articulatório entre os nomes-núcleos e os determinantes, enquanto elementos de perspectivação. Como resultado de nossa análise, constatamos que as FNs em observação se articulam de forma sub e internominal, conforme postulados de Dias (2018). Além disso, observamos, também, que a significação dos elementos das formações nominais ocorre em “bloco”, não isoladamente, tampouco somente por um processo de composicionalidade. Dito de outro modo: a construção dos efeitos de sentido desses elementos é, antes de tudo, social, histórica e, portanto, enunciativa.</p>Edna SilveiraLuciani Dalmaschio
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2020-04-272020-04-2715110115310.14393/DL45-v15n1a2021-4Sequências explicativas em textos de museus de ciências e tecnologia
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<p>Este artigo visa a analisar um corpus de textos do Museu de Ciências e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (MCT-PUCRS). Como parâmetro de análise, resgata-se o trabalho de Jean-Michel Adam (2019) sobre sequências textuais. Dentre os cinco tipos de sequências textuais apresentados pelo autor, são destacadas as sequências explicativas. Concluiu-se que o modelo prototípico de sequências explicativas é aplicável a textos do MCT-PUCRS. Também se observou que um mesmo texto do MCT-PUCRS pode apresentar várias sequências textuais. Como perspectivas futuras, sugerem-se análises envolvendo as outras sequências textuais em textos desse mesmo tipo.</p>Lucas Meireles Tcacenco
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2020-04-282020-04-2815115417910.14393/DL45-v15n1a2021-5O que se entende por Retórica da Guerra Cultural
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<p>O presente trabalho tem como objetivo chegar a uma caracterização do que se denomina aqui por Retórica da Guerra Cultural. Por meio de algumas categorias da Retórica, da noção de contrato de comunicação, de regras do suporte, do estilo, do debate e da argumentação propostas por alguns cientistas da linguagem, a análise recai sobre o <em>corpus</em> de apoio representado por postagens em redes sociais em dois momentos de polêmica pública no Brasil contemporâneo: o da <em>Vaza-Jato</em> e o do atentado a Jair Bolsonaro quando era candidato a presidente da República. Chegou-se a algumas constantes sobre o que serviria de parâmetro de definição da dita Retórica da Guerra Cultural, o que pode futuramente ser testado por meio outros <em>corpora</em> e contextos de análise.</p>Frederico Rios C. dos Santos
Copyright (c) 2020 Frederico Rios C. dos Santos
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2020-05-052020-05-0515118022710.14393/DL45-v15n1a2021-6Auto de resistência
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<p>O presente estudo teve como objetivo apresentar uma análise jurídico-terminológica em uma perspectiva histórica do termo auto de resistência. Adotaram-se como fundamentação teórica conceitos da Teoria Comunicativa da Terminologia e da Socioterminologia. Do ponto de vista metodológico, coletaram-se dados de bases digitais de normas jurídicas e de periódicos brasileiros. Hipotetizou-se que o percurso diacrônico desse termo está relacionado a mudanças sócio-históricas. A análise revelou (a) que o termo auto de resistência ingressou explicitamente no ordenamento jurídico brasileiro através de uma norma infralegal (Portaria "E", nº 0030, de 06/12/1974) e (b) que uma dada mudança sócio-histórica (a criação de duas normas infralegais específicas entre os anos de 1969 e 1974) resultou em mudanças conceituais no termo auto de resistência (com ampliação de seu escopo da esfera processual civil para a penal e a processual penal), tendo essas mudanças causado uma nova mudança sócio-histórica (emprego cada vez mais frequente do termo em ocorrências com mortes causadas por agentes do Estado em função de procedimentos especiais em que sua presença resulta).</p>César Nardelli Cambraia
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2020-05-222020-05-2215122825710.14393/DL45-v15n1a2021-7