Poesia em sala de aula

(re)leituras e sentidos possíveis

  • Thiago André Rodrigues Leite Instituto Federal de Goiás (IFG)
  • Karine Rios de Oliveira Leite Instituto Federal de Goiás (IFG)
Palavras-chave: Linguagem, Poesia, Benveniste, Sentidos, Sala de Aula

Resumo

Assim como a linguagem, entendemos que a poesia está na natureza humana, acompanhando o homem desde o momento em que ele (re)cria uma espécie de “língua” dentro do próprio sistema linguístico, o qual é parte essencial da linguagem. Essa (re)criação pode emergir nos diferentes planos: fonológico, morfológico, sintático e semântico. Sob esse ponto de vista e fundamentados em teorizações de Émile Benveniste, compreendemos ser imperioso experienciarmos, em nossas práticas de aula, certa abordagem semântica da poesia, com a abertura a (re)leituras de diferentes “escolhas lexicais” presentes em poemas. Por isso, neste texto, objetivamos discorrer sobre a poesia no plano semântico, pensando certas “escolhas lexicais”, em detrimento de outras possíveis, presentes em alguns importantes poemas brasileiros, e possibilidades de (re)leituras dessas “escolhas” em momentos de sala de aula. Para tanto, embasamo-nos na teoria de Benveniste, especialmente quanto às noções de linguagem e de língua, relacionando tais noções a uma possível definição, aventada por nós, de poesia.

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Referências

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Publicado
2017-11-07
Como Citar
LEITE, T. A. R.; LEITE, K. R. DE O. Poesia em sala de aula. Domínios de Lingu@gem, v. 11, n. 4, p. 1194-1204, 7 nov. 2017.