A transformação do espaço de produção das panelas de bairro de Goiabeiras a partir da urbanização, do associativismo e da patrimonialização

  • Simone Campos Pires
Palavras-chave: Paneleiras, Goiabeiras, Patrimônio cultural, Iphan, Espírito Santo,

Resumo

Este artigo é referente à "Pesquisa de Revalidação do Título de Patrimônio Cultural do Brasil ao Ofício das Paneleiras de Goiabeiras" da qual participei como pesquisadora e colaboradora durante a primeira prática supervisionada desenvolvida em Vitória, Espírito Santo, no Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)2. O artigo compartilha a experiência da pesquisa bibliográfica e, especialmente de campo sobre o universo das paneleiras de Goiabeiras, seu ofício, os espaços de produção e as transformações sofridas, trazendo as percepções enquanto arquiteta e urbanista de formação, tocada pelo patrimônio cultural nacional e especialmente capixaba. O modo de fazer panelas de barro pelas paneleiras de Goiabeiras é centenário, artesanal, originalmente passado de mãe para filha e foi registrado como patrimônio cultural nacional em 2002 pelo Iphan.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Simone Campos Pires

Arquiteta e Urbanista formada pela Universidade Federal de Santa Catarina, mestranda no Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Email: simonecpires@gmail.com

Publicado
2017-07-04
Seção
Dossiê