http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/issue/feed CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA 2019-10-01T10:20:01-03:00 João Cleps Junior jcleps@ufu.br Open Journal Systems http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/50370 Expediente da edição 2019-09-05T11:01:34-03:00 João Cleps Junior jcleps@ufu.br Natália Lorena Campos natizinhacampos@yahoo.com.br Fabiana Borges Victor fabianabvictor@yahoo.com.br <p>Expediente</p> 2019-09-02T19:50:24-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/50363 Condiciones sociales que caracterizan la multifuncionalidad de la agricultura en México / Condições sociais que caracterizam a multifuncionalidade da agricultura no México 2019-09-02T20:00:15-03:00 Emanuel Gómez-Martínez pinotzin@gmail.com Pilar Barradas pilarbarradas@gmail.com Miguel Angel Sámano-Rentería misamano@hotmail.com <p>Para comprender el carácter multifuncional de la agricultura en México, se levantó una encuesta que permite diferenciar las actividades agrícolas y no agrícolas en la composición de la economía campesina, así como la contribución de los subsidios gubernamentales al ingreso familiar. El método aplicado forma parte de una etnografía multisituada, analiza con perspectiva de género para distinguir las estrategias productivas de las condiciones ecológicas, económicas y sociales. Se observa que la estructura agraria es flexible en cuanto a incorporar nuevas actividades que generen ingresos, pero sigue siendo rígida en cuanto a reconocer el papel de las mujeres en la reproducción social.</p> 2019-09-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/47406 Quando o trabalhador assalariado é camponês / Cuando el trabajador asalariado es campesino 2019-10-01T09:56:19-03:00 Rafael Benevides de Sousa benevidessousa@gmail.com <p>Compreender as articulações que o campesinato tem engendrado junto às formas capitalistas de produção tem sido um campo de estudo e pesquisa importante para o entendimento das relações que estão sendo tecidas no espaço agrário. Nesse sentido, nos propomos nesse artigo a discutir as relações que são constituídas por camponeses que se assalariam nas empresas produtoras de dendê no nordeste paraense, concebendo esse assalariamento como um complemento para o fortalecimento da unidade familiar camponesa. As reflexões que aqui trazemos partiram de uma pesquisa em comunidades rurais nos municípios de Acará, Bujaru e Concórdia do Pará, onde estão situadas algumas das bases de produção da empresa Biopalma. A metodologia de análise geográfica ocorreu por intermédio da pesquisa de campo, a partir de técnicas da observação <em>in loco</em> e de entrevistas com camponeses. Nesse artigo, mais especificamente, privilegiamos a base de dados qualitativos, por entendermos a importância que as falas dos entrevistados imprimem à compreensão da realidade agrária apresentada. Desse modo, esperamos poder contribuir com o debate sobre as relações construídas dialeticamente entre camponeses e o binômio latifúndio/agronegócio na Amazônia paraense.</p> 2019-09-02T16:49:45-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/43372 Caracterizações socioeconômica e espacial do trabalho infantil nas regiões rurais e urbanas do estado de Minas Gerais / Socioeconomic and space characterizations of child labor in the rural and urban regions of the state of Minas Gerais 2019-09-02T20:00:16-03:00 Luiz Eduardo Rocha levrocha@ufsj.edu.br <p>Há um consenso na literatura que o trabalho infantil se trata de um fenômeno complexo e de difícil interpretação devido aos seus múltiplos fatores determinantes. Apesar do decréscimo do trabalho infantil nas últimas décadas, em 2010, segundo dados do Censo demográfico, 12,8% da população, entre 10 e 17 anos, estavam inseridos no mercado de trabalho no estado de Minas Gerais, o que representa o total de 345 mil crianças e adolescentes. Para analisar as características socioeconômicas do trabalho infantil será utilizada a classificação sociológica, tendo em vista que ela vai além dos fatores puramente econômicos, incorporando questões culturais e sociais. Para obtermos uma divisão do território mais próxima da realidade, diferente da delimitação oficial, utilizou-se três critérios combinados para a definição dos espaços rural e urbano: delimitação administrativa, contingente populacional e densidade demográfica. Tendo em vista a dimensão territorial e a heterogeneidade social e cultural do estado, utilizou-se o método da Análise Exploratória de Dados Espaciais (AEDE), por meio da estatística <em>I </em>de Moran e da análise de identificação de <em>clusters,</em> para identificar o relacionamento e a distribuição do trabalho infantil entre os municípios do estado.</p> 2019-09-02T17:52:58-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/45524 A concentração fundiária no estado de Mato Grosso / Land concentration in the state of Mato Grosso 2019-10-01T09:57:45-03:00 Helene Lima Costa helene-lc@hotmail.com Onélia Carmem Rossetto carmemrossetto@gmail.com <p>Quando mencionamos Ã&nbsp;Â&nbsp;Q<strong>uestão Agrária no Brasil, </strong>estamos nos referindo Ã&nbsp; ocupação, posse e distribuição das terras, não somente em seus aspectos históricos, mas aspectos geográficos também. AÂ&nbsp;<strong>forma com que esse processo ocorreu</strong>Â&nbsp;no período colonial produziu terras devolutas, e isso não privilegiou o surgimento de pequenas e médias propriedades rurais. Portanto, a distribuição das terras do nosso país, esteve diretamente ligada Ã&nbsp; colonização, responsável por um processo de ocupação que favoreceu apenas a classe mais rica da sociedade. Segundo os dados preliminares do Censo Agropecuário 2017 (IBGE 2018) o estado de Mato Grosso é ocupado por 118.676 estabelecimentos rurais em 54.830.819 ha. Destes, apenas 2.627 estabelecimentos possuem menos que 1 ha e 15.268 de 1 a 10 há, enquanto 13.609 possuem de 500 Ã&nbsp; 10.000 ha. Portanto, o estado segue o modelo de estrutura agrária caracterizada pela alta concentração de terras apresentada no Brasil. Diante desse contexto, o artigo pretende apresentar e analisar o relatório de dados preliminares do Censo Agropecuário 2017 com o intuito de trazer alguma contribuição para os debates da Geografia Agrária. Para atingir os objetivos propostos, foi realizada pesquisa bibliográfica através de algumas referências, mas principalmente dos Dados Preliminares do Censo 2017. Observa-se também que desde 1985 houve uma diminuição de 1,5 milhões de pessoas ocupadas com as atividades agrícolas. O que demonstra uma intensa tecnologia empregada no campo, diminuindo a quantidade de empregos.</p> 2019-09-02T18:36:56-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/46189 Das “terras de donos” às “terras livres” / From “lands of owners” to “freelands” 2019-10-01T09:59:43-03:00 Mayka Danielle Brito Amaral mbritoamaral@yahoo.com.br <p>Este trabalho tomou como referência empírica de análise os povoados Petrolina (Imperatriz-MA), Ciriaco (Cidelândia- MA), Juverlândia (Sítio Novo do Tocantins-TO) e Olho d'Água (São Miguel do Tocantins-TO), na região do Bico do Papagaio. Trouxe registros da reprodução camponesa e da luta pela terra realizada por famílias, que tem o coco babaçu como uma das principais fontes de renda. A polifonia das vozes dos sujeitos constitui a principal fonte dos dados aqui apresentados, os quais foram coletados por meio de pesquisas de campo realizadas entre os anos de 2014 e 2017. A pesquisa mostrou as experiências dos conflitos por terra, destacando as trajetórias das famílias, a importância do babaçu no processo de reprodução social, as estratégias de resistência camponesa e o protagonismo das mulheres nas frentes de luta, nas décadas de 1950 a 1980.</p> 2019-09-02T18:47:50-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/48446 Memória e identidade camponesa das mulheres do núcleo rural Capão Seco (DF) / Memory and peasant identity of women from agricultural community Capão Seco (DF) 2019-09-02T20:00:18-03:00 Isabella Ferreira Viana Ribeiro bella.bathory@hotmail.com Francilane Eulália de Souza francilanee@hotmail.com <p>O cenário de áreas da região Centro-Oeste vem sendo modificado nas últimas décadas pela introdução de formas de produção agrícola ligadas ao capitalismo, como o agronegócio. O Núcleo Rural Capão Seco é uma comunidade localizada no Distrito Federal que se avizinha ao PAD-DF (assentamento criado em 1977 com o objetivo de levar o agronegócio à região). Isto posto, objetiva-se compreender a importância do cerrado para a construção da identidade de seus moradores. Destarte, foram realizadas entrevistas com mulheres que há décadas residem no Núcleo Rural do Capão Seco, visando registrar a sabedoria que possuem sobre o lugar e como percebem as mudanças introduzidas pelo agronegócio, já que esse sistema vem ocasionando a devastação do cerrado. Não se trata apenas de compreender as alterações no local, mas dar voz às mulheres que viveram ali grande parte de sua vida. A memória delas, pautada pela experiência, pode apontar os paradoxos entre a modernização pela introdução do agronegócio e a destruição do cerrado, que relegou ao passado elementos tradicionais caros a sua sociedade.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Identidade Camponesa. Mulheres. Memória. Cerrado.</p> 2019-09-02T18:52:50-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/42324 Usos e acusos da “politicagem” / “Politicagem” and its social meanings 2019-10-01T10:01:13-03:00 Valdênio Meneses valdeniofmeneses@gmail.com <p>O artigo analisa a relação entre elites locais e associativismo rural na região do Cariri paraibano. O debate é construído em torno dos sentidos que agentes sociais dão a palavra "politicagem" tanto para explicar como para "jogar" em uma rede de relações de poder que envolve sócios, funcionários e lideranças de associações de caprinocultores e que insere todo um um projeto de desenvolvimento e políticas públicas no mapa de disputas eleitorais. Ao analisar a condição de líderes de associação enquanto "mediadores sociais da politicagem" é perceptível contradições e negociações de conflitos que envolvem a bandeira do associativismo tensionada em engajamentos com deputados, prefeitos, vereadores e famílias de " tradição" política no Cariri.</p> 2019-09-02T19:00:32-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/42166 A atividade artesanal pesqueira versus a aquicultura empresarial / La actividad artesanal pesquera versus la acuicultura empresarial 2019-10-01T10:02:38-03:00 Larissa Tavares Moreno larissatavaresmoreno@gmail.com <p>A proposta desse artigo é apresentar os dois projetos em disputa no tocante ao setor pesqueiro brasileiro atual. Iniciando pela discussão da atividade artesanal, sua importância e os sujeitos que compreendem a atividade até o modelo do agrohidronegócio para a pesca, via a aquicultura empresarial. De tal modo a perpassar pela questão dos territórios e territorialidades dos pescadores e pescadoras artesanais e a territorialização do capital nessa atividade. Por fim, destacando a importância e exemplos de (Re)existências dos pescadores e pescadoras artesanais em relação ao projeto impulsionado pelo capital. O texto traz reflexões preliminares baseadas em referenciais teórico-conceituais e de dados secundários que possibilitam visualizar as particularidades da temática em questão.</p> 2019-09-02T19:04:02-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/44247 O desenvolvimento como pressuposto na “natureza humana” / Development as presupposition in "human nature" 2019-10-01T10:10:52-03:00 Paulo Cesar Souza paulinhogeo@hotmail.com <p>Desenvolvimento tem sido entendido ao longo das últimas décadas como sinônimo de crescimento econômico, conceito aprimorado junto às economias ricas da OCDE para designar industrialização, mecanização, tecnologia e aporte financeiros nessas áreas. Entretanto, após anos 1960, esse conceito tem passado por novas abordagens metodológicas ligadas às mudanças substanciais nos meios de vida social e aos problemas abrangentes na sociedade global. Surgiram então às dimensões do desenvolvimento social, do desenvolvimento humano e do ambiental, todas carregadas de sentidos mais integrados sobre o tema. Nessa perspectiva, o texto procura mostrar Ã&nbsp; importância dessas novas dimensões vinculadas a abordagem territorial do desenvolvimento, partindo-se do pressuposto do meio rural, objetivando essa nova dinâmica desenvolvimentista conceituada no conjunto dos recursos naturais e humanos presentes no território, podendo ser ordenados e aproveitados no contexto social, via a promoção da vida, inclusão e dignidade das populações pobres e futuras gerações.Â&nbsp;</p> 2019-09-02T19:08:38-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/48311 Agricultura urbana / Agricultura urbana 2019-10-01T10:11:53-03:00 Raphael Pereira de Oliveira Sousa rapha.pos@gmail.com Manoel Calaça manoelcalaca.geo.ufg@gmail.com <p>O presente artigo analisa, a partir da revisão da literatura, as reflexões realizadas por vários autores, sobre a produção de alimentos (Agricultura Urbana e Periurbana – AUP) em espaços urbanos em vários países e no Brasil. Agricultura urbana é a prática de atividades agrícolas dentro do espaço urbano. Inclui todo tipo de cultivo de plantas alimentares, medicinais ou ornamentais, o manejo de áreas de vegetação natural, criação de pequenos animais, beneficiamento e comercialização. Mas o principal papel da agricultura urbana é efetivamente a produção de alimentos para o mercado local, sendo especializada no cultivo de gêneros hortícolas, que de maneira geral são produzidos próximos aos mercados consumidores. A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) defende que a agricultura urbana é um ponto de partida para desviar a urbanização do rumo atual e criar cidades mais verdes, além de contribuir para garantia da segurança alimentar e nutricional. A partir da pesquisa bibliográfica desenvolvida foi possível constatar que as diferentes experiências de agricultura urbana com resultados positivos, em diversas partes do mundo, tem como fator de convergência a participação dos governos através de políticas públicas de planejamento e gestão territorial, a concessão de acesso a crédito e assistência técnica, além da facilitação de acesso aos mercados.&nbsp; Outro ponto importante é o envolvimento da sociedade civil, por meio de associações, cooperativas, ONGs, e grupos organizados.</p> 2019-09-02T19:13:18-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/47590 Agroindústrias familiares, mercados institucionais e empoderamento das mulheres / Family agro-industries, institutional markets and women’s empowerment 2019-10-01T10:13:13-03:00 Vanessa Lutke vanessa.lutke@gmail.com Cassiane da Costa cassicostafx@gmail.com <p>Atualmente são discutidas diversas questões que envolvem as agroindústrias familiares rurais (AFR). Aqui, nos propomos estudar a relação entre a comercialização dos produtos através dos mercados institucionais e a possível contribuição ao empoderamento das mulheres. Assim, esse artigo teve como objetivo estudar a participação das agroindústrias familiares rurais nos mercados institucionais do município de Santana do Livramento/RS, relacionando-a com o empoderamento das mulheres proprietárias dessas agroindústrias. Para tanto, utilizamos o Método do Estudo de Caso. Foram entrevistadas cinco proprietárias de AFR no município. Os resultados indicam a satisfação e a intenção das mulheres em comercializar através dos mercados institucionais, mas ressaltam que a operacionalização precisa de aperfeiçoamento. As agroindústrias contribuem para o empoderamento das mulheres, porém trazem um aumento da jornada de trabalho que afeta outras questões voltadas a sua qualidade de vida. Por fim, entendemos que promover a comercialização através dos mercados institucionais tem grande potencial para aumentar o processo de empoderamento das mulheres proprietárias de agroindústrias familiares rurais.</p> <p>&nbsp;</p> 2019-09-02T19:17:18-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/47333 Pluriatividade em uma comunidade pesqueira no litoral Leste do Ceará / Pluriactivity in a fishing community on Ceará´s Eastern coastline 2019-10-01T10:14:28-03:00 Leilane Oliveira Chaves leilane_chaves@hotmail.com Christian Brannstrom cbrannst@geos.tamu.edu Edson Vicente da Silva cacauceara@gmail.com <p style="margin: 0px; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt;">Os estudos sobre pluriatividade continuamente abordam as estruturas sociais e econômicas das famílias do meio rural em ambientes terrestres. No entanto, trabalhos de Sacco dos Anjos, et al. (2012); </span><span style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt;">Santos (2015) e Santos e Brannstrom (2015) </span><span style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt;">emergem na inclusão de usuários de recursos costeiros, os pescadores tradicionais, nas discussões sobre pluriatividade. Assim, o presente artigo analisa a pluriatividade em uma comunidade pesqueira no litoral leste do Ceará, com base na aplicação de 23 questionários com representantes do núcleo residencial. O estudo indica as principais modalidades da pluriatividade (famílias pesqueiras, famílias pluriativas e famílias não pesqueiras), mostrando que as atividades relacionadas ao recursos naturais, quando realizadas isoladamente, são insuficientes para a subsistência das famílias. Pensões e políticas sociais ajudam as famílias a manter a pluriatividade. O estudo colabora na ampliação das discussões acerca da pluriatividade em áreas costeiras e na análise das interferências de grandes projetos de desenvolvimento na pluriatividade, mostrando que a diversidade de atividades ocorre muito mais por necessidade do que por escolha do núcleo familiar, mas <span style="margin: 0px;">&nbsp;</span>podem atenuar a pressão sobre o uso de recursos naturais e aumentar o controle das práticas tradicionais nesses ambientes, contribuindo para uma melhor planejamento e gestão dos territórios tradicionais.<span style="margin: 0px;">&nbsp; </span></span></p> <p style="margin: 0px;"><span style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman','serif';">Palavras-chave: Pluriatividade. Comunidade tradicional. Pesca. Zona Costeira. Impactos.</span></p> <p style="margin: 0px; line-height: 150%;"><span style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman','serif';">&nbsp;</span></p> 2019-09-02T19:25:33-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/48053 Educação do campo como um processo de resistência / Educación del campo como un proceso de resistencia 2019-10-01T10:20:01-03:00 Aldiva Sales Diniz aldivadiniz@gmail.com <p><strong>Resumo</strong></p> <p>Este artigo traz considerações acerca da Educação do Campo a partir de uma experiência do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA) vinculado ao recém extinto Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Inicialmente apresentamos um rápido resgate histórico da luta pela Educação do Campo, em seguida expomos as experiências de dois programas realizados na Universidade Estadual Vale do Acaraú, em Sobral, Estado do Ceará. A primeira experiência foi realizada através de um curso de educação voltado para jovens e adultos nas áreas de Assentamentos de Reforma Agrária. Este curso aconteceu com 73 turmas de alfabetização de Jovens e adultos em 42 Assentamentos de Reforma Agrária na Região Norte do Ceará. A segunda experiência se deu através de um Curso de Segunda nas Áreas de Ciências Humanas e Sociais: (Licenciatura em Geografia; Licenciatura em História<strong>); </strong>com o objetivo de habilitar professores e professoras e outros profissionais da educação com formação inicial em pedagogia ou em outra licenciatura que estivessem morando em áreas de Assentamentos de Reforma Agrária.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Educação do Campo; PRONERA; Movimentos sociais camponeses.</p> 2019-09-02T19:31:00-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/46391 O programa de sementes crioulas no âmbito do movimento de mulheres camponesas em Santa Catarina – Brasil / Le programme des semences créoles dans le cadre du mouvement des paysannes a Santa Catarina - Brésil 2019-09-03T14:31:37-03:00 Sirlei Antoninha Kroth Gaspareto Sirlei@unochapeco.edu.br Virginia Elisabeta Etges etges@unisc.br Erica Karnopp erica@unisc.br <p>O Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), desde o início dos anos 1980 na região oeste de Santa Catarina, foi construindo experiências e práticas alternativas na perspectiva de um Projeto de Agricultura Camponesa, agroecológica e feminista, em conjunto com outras organizações e movimentos autônomos de mulheres do meio rural existentes em outros Estados do Brasil. Este artigo apresenta o Programa de Sementes Crioulas no âmbito do MMC. A questão problema que nos colocamos é: Como as práticas históricas e sociais das mulheres camponesas em movimento condicionam a produção de saberes e de fazeres no MMC no oeste catarinense? Tomamos como referência algumas reflexões sobre a perspectiva materialista da história, em articulação com aportes teóricos de diferentes autores, utilizando a técnica do "círculo epistemológico de cultura". A experiência dessas mulheres mostrou que, nesse processo, elas foram pensando sobre suas realidades, confrontando com outras realidades e elaborando propostas alternativas para a agricultura camponesa, não mais vista apenas como uma forma de produzir no campo, mas como um modo de viver individual e coletivamente, gerando autonomia. Essa outra perspectiva prevê, ali, a possibilidade da diversificação na produção com base na troca, no intercâmbio, na socialização. Os elementos do que produzir, como produzir, quando produzir, para quem produzir, vão sendo demarcados por caminhos abertos, dinâmicos, que se refazem e são ressignificados, ao mesmo tempo em que despertam na própria experiência um novo esperançar.</p> 2019-09-02T19:35:16-03:00 Copyright (c) CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/47506 A feira vai à universidade / The fair goes to the university 2019-10-01T10:17:24-03:00 Mariane do Rosário Silva marianerosario19@gmail.com Edileuza Dias de Queiroz edileuzaqueiroz@gmail.com <p>A Extensão Universitária Feira de Agricultura Familiar é uma temática que merece apoio e incentivo por parte dos diferentes atores que transitam pelo espaço universitário, pois, fortalece às produções agroecológicas e à construção da Soberania Alimentar local. A Feira de Agricultura Familiar do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro viabiliza o fortalecimento de diversas temáticas da vida campesina. Este artigo intenciona contribuir com reflexões acerca da importância da Extensão Universitária para a consolidação da Agricultura Familiar da área da Baixada Fluminense e da Soberania Alimentar local. A metodologia utilizada foi a Pesquisa-Ação (Thiollent, 2011), participando diretamente de todos os processos de construção e manutenção deste projeto. Os resultados indicam a necessidade da interação da comunidade universitária para o êxito das propostas do projeto, revelando a importância da comunicação universitária, na ação extensora e pelo diálogo de saberes na Feira para que, deste modo, alavanque também a Soberania Alimentar local.</p> 2019-09-02T19:38:43-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA http://www.seer.ufu.br:80/index.php/campoterritorio/article/view/47942 RESENHA: SILVA, A. C. Teoria e método em geografia. Borrador, Nº 1, Teoria e Método Em Geografia, Associação dos Geógrafos Brasileiros – São Paulo 2019-09-02T20:00:24-03:00 Uilmer Rodrigues Xavier da Cruz uilmer@ufmg.br <p><strong>RESENHA:&nbsp; SILVA, A. C. Teoria e método em geografia. &nbsp;Borrador, nº 1, Teoria e método em geografia, Associação dos Geógrafos Brasileiros – São Paulo</strong></p> 2019-09-02T19:42:25-03:00 Copyright (c) 2019 CAMPO - TERRITÓRIO: REVISTA DE GEOGRAFIA AGRÁRIA