CARTOGRAFIA DE CINEMA EM RIO DOCE/CDU

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Maria Helena Braga e Vaz da Costa

Resumo

Este artigo apresenta uma discussão sobre as capacidades espaciais e cartográficas das imagens cinematográficas, particularmente as produzidas pelo cinema pernambucano contemporâneo. Discutindo sobre uma “cartografia cinematográfica”, que permite a compreensão e a análise crítica de uma representação cinematográfica espacial específica, este artigo analisa a cartografia cinematográfica construída pelo documentário do filme Rio Doce / CDU (2013), escrito e dirigido por Adelina Pontual. Por meio da análise do discurso fílmico, chegou-se à conclusão de que a geografia que se materializa a partir desse filme é uma geografia da representação da experiência espacial produzida e vivenciada por um tipo de cartografia que se constitui a partir de ambas existências: real e fílmica.

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Artigos
Biografia do Autor

Maria Helena Braga e Vaz da Costa, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

Professora Titular do Departamento de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Pós-doutorado em Cinema pelo International Institute - University of California at Los Angeles (UCLA) - USA; Doutorado e Mestrado em Estudos de Mídia pela University of Sussex - Inglaterra; Graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq; Coordenadora do Grupo de Pesquisa Linguagens da Cena: Imagem, Cultura e Representação; Professora permanente dos Programas de Pós-Graduação em Estudos de Mídia (PPGEM) e em Geografia (PPGE) da UFRN. Atualmente é Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFRN (2017-2019). Atua como pesquisadora na área de Cinema no contexto dos seguintes temas : estudos sobre a imagem fílmica e o espaço; olhares imagéticos sobre a cidade, a arquitetura e o espaço urbano; cultura visual; culturas moderna e pós-moderna.