DINÂMICA DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO DA ÁREA DESAPROPRIADA DO LAGO ARTIFICIAL DO BICO DA PEDRA NO NORTE DO ESTADO DE MINAS GERAIS

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Fernando Hiago Souza Fernandes
Adriana Aparecida Moreira
César Vinícius Mendes Nery

Resumo

O mapeamento da superfície terrestre por meio do sensoriamento remoto possibilita a estudar as mudanças desenvolvidas na paisagem. Assim, o objetivo deste trabalho é avaliar a dinâmica do uso e ocupação do solo na área desapropriada do lago artificial do Bico da Pedra no norte do estado de Minas Gerais. Para tanto, foi utilizado o classificador supervisionado de máxima verossimilhança (MAXVER) sobre as cenas do satélite Landsat TM 5. Para análise da detecção das mudanças ocorridas entre os anos de 2006 e 2011 foi utilizado a matriz de tabulação cruzada seguindo a metodologia proposta por Pontius Jr. et al., (2004). Os resultados apresentados apontaram um total de mudanças da ordem de 1.305 ha, com 4,04% correspondentes a variação líquida e 9,57% a troca, sendo verificado a maior persistência para a classe vegetação (4.078 ha) e a menor para classe cultura (12 ha), ganho máximo para categoria área antropizada (682 ha) e nenhum ganho para a classe água, a maior perda para a categoria vegetação (659 ha) e o ganho mínimo para a classe cultura (3 ha). Tais resultados mostram que houve aumento de áreas antropizadas e decréscimo de áreas alagadas na área desapropriada do lago artificial do Bico da Pedra

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Artigos
Biografia do Autor

Fernando Hiago Souza Fernandes, Faculdades de Ciências Exatas e Tecnológicas Santo Agostinho.

Engenheiro ambiental e analista de geoprocessamento do Núcleo Interinstituncional de Estudos Ambientais do Norte de Minas (NIEA) com ênfase na área de Geoprocessamento no laboratório de Topografia, Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto (LABGEO) das Faculdades Santo Agostinho. Integrante do Grupo de Pesquisa em Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos (SARHí) das Faculdades Santo Agostinho com ênfase na linha de pesquisa voltada para a área de Geoprocessamento aplicado a Recursos Hídricos.

Adriana Aparecida Moreira, Faculdades de Ciências Exatas e Tecnológicas Santo Agostinho.

Engenheira Ambiental - Mestranda em Sensoriamento Remoto - UFRGS

César Vinícius Mendes Nery, Faculdades Santo Agostinho Montes Claros-MG

Professor M.Sc. das Faculdades Santo Agostinho Doutorando em Geografia, PUC Minas, Montes Claros-MG