ARTESANATO NO E PARA O MERCADO: AS REDES DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DOS ARTESANATOS DAS FEIRAS HIPPIE E DO CERRADO DE GOIÂNIA - GO

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Cristiana Andrade Fernandes
Carlos Eduardo Santos Maia

Resumo

Artesanato são peças feitas com técnicas manuais e que pressupõem ausência de auxílio de máquinas industriais. A aceleração do consumo propiciada pela globalização, o constante avanço da tecnologia, a indústria cultural e o turismo são alguns fatores que alteram o artesanato na medida em que há o risco de padronização dos objetos e conseqüente modificação no seu significado e sentido. Considerando-se tais pressupostos, analisa-se o comércio e a produção, ou seja, o artesanato no e para o mercado tendo como foco aquele exposto nas feiras Hippie e do Cerrado em Goiânia, recuperando-se suas redes organizacionais. A pesquisa justifica-se pela carência de produção geográfica versando sobre esta atividade, apesar de sua relevância, já que comumente, mesmo nas viagens de curta distância, não há quem não compre uma "lembrancinha�? ou não se admire com a habilidade de alguém para produzir tal ou qual objeto, ao circular por uma feira. Metodologicamente, recorrem-se às técnicas de observação e entrevista com questionários estruturados e semi-estruturados aplicados em trabalhos de campo, além das análises documental e bibliográfica.

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Artigos
Biografia do Autor

Cristiana Andrade Fernandes, Rosana Lobo de Andrade Fernandes/Genivaldo Gomes Fernandes

Graduada em Ciências Sociais e Mestre em Geografia pela Universidade Federal de Goiás

Carlos Eduardo Santos Maia

Professor doutor adjunto do Instituto de estudos sócio-ambientais da Universidade Federal de Goiás