Memória, história e literatura

Sabina Loriga

Resumo


Como interrogar nossa consciência histórica? Nos últimos anos, foram propostos alguns importantes diagnósticos gerais e temos raros levantamentos empíricos. Aqui, eu gostaria de interrogar as maneiras como o romance contemporâneo imaginou o historiador. Analisar o modo no qual esta figura aparece como assiduidade (de Middlemarch, de George Eliott (1872) a Tous les noms, de José Saramago) permite indagar sobre como os romancistas veem o historiador e sobre suas relações com a memória

Palavras-chave: memória; literatura; consciência histórica.


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DOI: http://dx.doi.org/10.14393/ArtC-V19n35-2017-2-02