Terceira margem: sintomas antimodernos no Rio da Prata

Fábio Feltrin de Souza

Resumo


O objetivo deste ensaio é problematizar as noções de modernidade que circulavam nas décadas de 1830 e 1840 na região do Rio da Prata, examinando os sintomas e os saberes compreendidos como antimodernos. Para isso, tenciona- se cotejar os escritos dos intelectuais argentinos da “geração” de 1837 e seus interlocutores com as reflexões de teóricos como Antoine Compagnon e Raúl Antelo. Desse modo, pretende-se propor outra genealogia da modernidade, diferente do que a tradição crítica apontou, restaurando seu caráter heterogêneo e aberto.

Palavras-chave: Rio daPrata; século XIX; antimodernidade.


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DOI: http://dx.doi.org/10.14393/ArtC-V19n34-2017-1-14