“Ô de casa!”: gramofones na roça e caipiras na fonografia (1929)

Juliana Pérez González

Resumo


O artigo analisa o fonograma “Ô de casa”, gravado em São Paulo, no final dos anos 1920. Levando em consideração a construção e manufatura da obra e sua relação com o contexto, a situação recriada na gravação permite desvendar alguns possíveis entrecruzamentos entre o universo rural e a fonografia, no estado de São Paulo. Também são estudadas as ingerências aí verificadas das representações românticas da cultura caipira, assim como a provável intervenção da tecnologia fonográfica na escuta do público.

Palavras-chave: rural; urbano; fonografia.


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DOI: http://dx.doi.org/10.14393/ArtC-V19n34-2017-1-03